fundo

10 de dezembro de 2012

Aos 15 meses e 5 dias*

Pequeno A. deu um tombo enorme e caiu, desamparado, de cara no cimento.

Ficou com o rosto "num cristo" e eu de coração apertado. Eu sei que faz parte, eu sei que vai cair muitas mais vezes, mas vê-lo de cara arranhada e com um hematoma na testa não é nada bom. E nunca me hei-de habituar.

6 de dezembro de 2012

M E D O

Consulta no pediatra daqui a nada! 

Tento em conta as "prestações" de pequeno A. nas últimas consultas ...

M E D O!



Só espero que corra tudo bem. E que esteja tudo óptimo com o meu pequeno.

5 de dezembro de 2012

Ainda não (me) parece Natal.



Ainda não montei nem decorei a árvore de Natal.
Ainda não fiz a lista de presentes.
Ainda não pensei num único presente (e eu gosto tanto de planear, de pensar, de pesquisar o presente perfeito para cada um).
Ainda não me mentalizei que já estou em Dezembro e que daqui a 20 dias é Natal. 
Estou com um ritmo de trabalho que me faz pensar em tudo menos em luzinhas, sininhos, fitinhas, bolinhas...

Mas já comprei um anjinho para o A. e por isso já começa a parecer Natal lá por casa (e tenho menos peso de consciência de achar que ponho o trabalho à frente do resto).

4 de dezembro de 2012

♥ 15 meses, meu amor



Hoje completas 15 meses, meu amor.

Este mês foi marcado por muitas coisas menos boas, meu pequenino. Não contigo, mas connosco.
Houveram lágrimas, houve cirurgia de urgência, houveram desilusões. Houve muito, muito trabalho e muito cansaço. Houveram problemas que não devia ter trazido para casa, ter trazido até ti.
Tu só mereces sol, paz, mimo e muito, muito amor. Não precisas de papás cansados, desanimados e tristes.

E por ti, por nós prometo fazer sempre um esforço muito grande para trazer coisas boas para a nossa casa, para a nossa família.

Este mês também foi marcado pela primeira vez que estiveste doente. Doente com febre, com muito choro, e muita angústia nossa. 
Passou tudo (graças a Deus) mas ficaram algumas mazelas provocadas por esse período. O dormir, as noites! Nunca mais adormeceste bem sozinho e tem sido um "filme" regressar aos tempos que adormecias na tua cama e te confortavas a ti próprio. E durante a noite choras imensas vezes, um choro sofrido e inconsolável.
Ainda temos que ver como vamos reverter esta situação, mas confesso que o cansaço tem-se apoderado de nós e não temos conseguido contrariar tudo isto.

Mas deixando as coisas menos boas de parte, este mês foi recheado de momentos bons.

Estás lindo, meu amor. 
Tens tanto de meigo como de malandro. Encantas-nos a todos com o teu ar de menino mimado e doce.

Não paras um segundo que seja e já fazes imensos "recados", como levar a fralda ao lixo, apanhar as coisas que te pedem do chão, trazer os brinquedos e aquilo que te pedimos até nós.
Percebes quase tudo que te dizemos (e ficamos espantados com as coisas que tu entendes!) mas continuas sem dizer nada. Salvo o muito raro "oá" (olá), "à tá" (já está) e papá, mas só quando queres muito!

Adoras chaves, adoras abrir e fechar gavetas e armários, adoras tirar os tachos todos da gaveta, adoras brincar com a cesta das molas e espalhá-las por toda a casa, adoras tirar toda a roupa suja do teu cesto, adoras tirar os cintos todos do papá do armário, adoras comandos que funcionem realmente!!
E estes são os teus brinquedos preferidos! Tudo o que seja realmente brinquedo, didáctico não ligas muito. A não ser o cãozinho de madeira de empurrar, que os avós te ofereceram, e que tu amas.

Continuas a adorar tomar banho, e é sempre o mesmo "festival" quando te tirámos da banheira. E continuas a odiar vestir-te.
Percebes muito bem o não, e sabes muito bem quando estás a fazer(ou prestes a fazer) alguma coisa que nao podes, mas daí até obedeceres é um longo caminho!
Tu ainda não sabes mas derreto-me com os teus olhares de gato do Shrek, mesmo quando da minha boca saem "nãos" consecutivos e forço uma cara séria e segura da minha autoridade.

Os teus avós são totalmente apaixonados por ti e tu tens tanta sorte, meu pequenino. Tanto amor que recebes, tanto carinho, tanta atenção. E eu derreto-me com toda esta dedicação e paixão por ti.

Dás os abraçinhos, os miminhos, as festinhas melhores de todo o mundo!
São preciosos, meu amor! Tu és precioso.
E amo-te mais a cada dia, a cada instante.

Obrigada por nos fazeres tão felizes.


Dava um filme.

Ou uma novela. Daquelas bem manhosas e recambolescas.

Ando numa roda viva e não consigo passar por aqui e por aí com a frequência que gostaria e desejo.

Têm sido tempos difíceis de muito trabalho, muita preocupação, muita angústia, pouca compreensão e muito pouca ajuda.

Assim seja. 
O que não nos mata torna-nos mais fortes!

Quem passa por cá