Ando aqui de coração apertado.
Sensível como já não me lembrava de estar. Emocionada. Passo os dias a suspirar.
Só penso e revivo tudo que vivi neste último ano.
Um ano tão cheio.
Tão cheio de coisas maravilhosas, outras menos boas e algumas mesmo más.
Tão cheio de coisas maravilhosas, outras menos boas e algumas mesmo más.
Um ano tão cheio de amor.
A descoberta de um amor maior, de um amor visceral.
A certeza de outros amores.
A confirmação que os meus pais são os melhores do Mundo.
A constatação que há amores que não o são.
A certeza que há pessoas que aparecem na nossa vida no tempo certo, que nos fazem tão bem, que é como se as conhecessemos desde sempre (e isso eu vou agradecer para sempre ao meu filho, porque sem saber foi ele que me "permitiu" isto).
E ando assim, de coração apertado. Um coração cheio que se aperta.
Cheio de amor e felicidade por este ano. Que se aperta pelo medo de falhar, pelo medo de não ser capaz.
E a cabeça diz-lhe "a seu tempo, meu companheiro. tudo a seu tempo".
A descoberta de um amor maior, de um amor visceral.
A certeza de outros amores.
A confirmação que os meus pais são os melhores do Mundo.
A constatação que há amores que não o são.
A certeza que há pessoas que aparecem na nossa vida no tempo certo, que nos fazem tão bem, que é como se as conhecessemos desde sempre (e isso eu vou agradecer para sempre ao meu filho, porque sem saber foi ele que me "permitiu" isto).
E ando assim, de coração apertado. Um coração cheio que se aperta.
Cheio de amor e felicidade por este ano. Que se aperta pelo medo de falhar, pelo medo de não ser capaz.
E a cabeça diz-lhe "a seu tempo, meu companheiro. tudo a seu tempo".

