fundo

Mostrar mensagens com a etiqueta tretas minhas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tretas minhas. Mostrar todas as mensagens

8 de julho de 2014

a pressa. o tempo. essa coisa rara que é tempo...




E como esta música é tão verdadeira.
Como é tão isto.

29 de maio de 2014

A sério!

Se amanhã não está sol eu monto a árvore de Natal e ponho os três Reis Magos a caminho.
O Natal de certeza que está aí à porta!

Alguém ajuste, por favor, a medicação do S. Pedro! Já ninguém aguenta esta bipolaridade!


9 de abril de 2014

A vida ensina.


 

Sim, ensina.
E se há coisa que me tem ensinado é que não existem tempos certos. Não existe o momento ideal...
Por mais que queiramos controlar as coisas no tempo certo ele não existe.

Ontem à noite recebi uma notícia que me congelou o cérebro.
A mãe de uma amiga morreu, vítima desse cabrão que é o cancro. Soube que estava doente há pouco mais que um mês, muito doente, sem grandes alternativas de tratamentos, sem esperança. Restavam-lhe cerca de 6 meses.
Não durou 6 meses, durou 1 mês.

Sinto tanto! 
Lamento tanto a falta que aquela mãe vai fazer aquela filha (minha amiga), aquela família toda.
Queria tanto ter sabido disto tudo antes de receber esta notícia terrível. Hoje sinto-me de rastos por não a ter podido acarinhar e consolar enquanto sofreu com este terrível diagnóstico da mãe.
Queria tanto saber o que lhe dizer numa horas destas. 
Queria tanto, tanto acalmar-lhe a dor.

A vida ensina-nos que não há tempo para maldade. 
Não há tempo para sermos maus uns com os outros. 

Não há tempo para nos distrairmos com as coisas que não interessam.

Um beijo enorme, querida MJ. Estou cá sempre que precisares de mim.
Sempre. 
Com todo o tempo do mundo.

Com todo o tempo da vida. 
Porque a vida me ensina o que realmente vale a pena.





11 de março de 2014

Havia de chegar o dia.

Eu sei que sim, mas NUNCA pensei que fosse tão cedo. Confesso!

Pequeno A acha que é um profundo conhecedor de modas e vai daí acha espetacular decidir o quer ou não vestir! (what??)

E claro que eu não me estaria aqui a queixar se quisesse vestir o que eu GOSTO MUITO! 
Decidiu que não gosta de jardineiras (e eu adooooro vê-lo de jardineiras) e chora, chora e chora se TENTO vesti-las!

Já travamos algumas lutas em que medimos forças (e escusado será dizer que ele ganhou pelo força do seu choro que me tolda a paciência e o discernimento!).

Onde é que isto vai parar, minha gente?! Ele tem 2 anos e meio! Já decide o que vestir?!?! Que vai querer decidir com 5 anos? O que eu visto?!?

Claro que eu sou uma teimosa de primeira e não me vou dar por vencida logo nas primeiras 4 ou 5 batalhas! Ainda vou tentar mais, vou tentar comprá-lo convencê-lo mais umas quantas vezes... Tenho fé que isto vai mudar! 

É que vem aí o Verão e se há coisa com que gosto de o ver é com jardineiras-calção, e calções de peitilho...
Há por aí umas dicas daquelas muito boas para o tornar a convencer que a mamã é que tem muito bom gosto e pode vestir-lhe tudo que gosta?!? (vale tudo!).

Não me tirem este prazer já! Ainda não estou preparada...

26 de fevereiro de 2014

Onde me apetecia estar hoje?

Aqui:



Garanto que fazia a purga de tudo. 
Esquecer trabalho, cansaço, frio, chuva, doenças, e todas as -ites...

Dançar, dançar, dançar! Sem pensar em absolutamente nada, nem ninguém! 

Só dançar!
(e perder algum peso, que tanto salto tinha que resultar alguma coisinha!)


19 de fevereiro de 2014

havia de chegar o dia. [ou o melhor do meu dia, do meu mês, da minha vida]

que o meu Pequeno A., com as suas mãos sapudinhas, me agarraria no rosto e com o olhar e a voz mais doce do Mundo me diria

"gosto de ti, mamã"

Ontem foi o dia. 
E fez-me a mamã mais feliz do Mundo.
O meu Pequeno A.

(escusado será descrever o histerismo de palavras, beijos, abraços e estrafeganços com que o presenteei a seguir).

18 de fevereiro de 2014

eu que nunca tive jeito para o negócio.

Agora passo a vida a negociar (ou a tentar, vá) com o meu filho.

Tenho que negociar tudo. 
Tudo é um drama! Não quer nada, ou quer tudo aquilo que não se pretende.

Convencer (arrastá-lo em pranto) para tomar banho. 
Convencer (arranca-lo em pranto) para sair do banho.

Fazer-lhe a vontade de o levar aos avós e depois chegar lá e não me sair do colo (em prantos) porque tem vergonha (?!).
Quando a chega a hora de vir embora é o fim do mundo porque não quer vir.

Quer brincar a alguma coisa e choraminga (pranto novamente) até eu ceder.
Já não quer aquela brincadeira para nada ( e faz um pranto se o convenço a continuar).

Pede para comer pão com "quejo".
Para logo a seguir dizer "não! pão com fiambe". 
Afinal é "só quejo". 
Ah! "e fiambe".

E eu passo o tempo a convencê-lo de alguma coisa. 
Enquanto desespero. E depois me culpo por desesperar.

E depois, enquanto dorme, vou espreitá-lo e "pedir-lhe desculpa" por não ser mais paciente e por eu não ser melhor.
E vou para a cama com aquela sensação (e certeza) que educar é difícil. Tão difícil... E eu ainda não sei nada!




13 de fevereiro de 2014

fazer de conta.






de o ver brincar ao faz de conta.
adoro vê-lo fazer de conta.

fazer de conta que nos serve um cabadê (café), ou tinha (leite) enquanto faz shhhh que supostamente é o barulho que o líquido faz ao cair na chávena.

fazer de conta que cozinha uma refeição para nós, improvisando um fogão numa cadeira.

fazer de conta que nozes são óbu (ovos).

fazer de conta que o ipod é um telefone e encosta-o à orelha e diz (de enfiada) "tô xim. oá. xau".

adoro esta simplicidade das coisas. 
adoro olhar para ele e ver que o que o faz feliz é tão simples.


Aceitam-se ideias e sugestões.

Para um fato giro, catita, divertido para o Carnaval da escola de Pequeno A.

A evitar os super homens, os pilotos da Cars, e essas coisas que ainda tenho medo tento evitar.
(para menina não me faltam ideias de coisas giras, giras!)

Uma coisa gira e, claro, não muito cara! Anyone?

7 de fevereiro de 2014

o melhor do dia.* #5 [de ontem]

Chegar a casa cheia de frio [no corpo e na alma], e meter-me na banheira. Ter o meu Pequeno A. a "velar-me" o banho e convidá-lo a fazer-me companhia.

Ele, tão feliz, diz logo que sim. A pressa que o dispam para vir ter com a mamã.

E ficamos os dois ali. Com água quente. Com o calor do nosso amor. 
Lavar os nossos corpos e, acima de tudo, lavar a minha alma.



5 de fevereiro de 2014

Espero que cumpra.


Diz que é mágica.

Diz que apaga todos os riscos e rabiscos que tenho nas paredes e móveis lá de casa, (coisas de artista pequeno).
Diz que basta molhar em água e limpar no local 

Digo-vos que vou comprar e experimentar.

Conto-vos se cumpre!


4 de fevereiro de 2014

As mil e uma razões que me fazem adorar o verão. #1

[e detestar o inverno, em especial a chuva]

São mesmo mais que muitas. 
Eu gosto é de calor e de sol. De praia e de parque. De mangas curtas e sandálias.

Mas fora todas estas razões que não me canso de dizer, e que são mais ou menos expectáveis, existem umas quantas que, embora menos previsíveis, são também fortes motivos para gostar mesmo do verão em detrimento do inverno.

Sempre que me lembre enumerarei algumas delas. Aqui vai a primeira.


No Verão não temos os vidros e os espelhos retrovisores embaciados, às 8h da manhã, quando queremos ser muito rápidos a seguir o caminho, e não esperar 15 minutos para que se "auto limpem" (ou limpar manualmente com os lencinhos de papel).

E passar por tudo outra vez quando queremos ser ainda mais rápidos para regressar a casa no fim do dia.

3 de fevereiro de 2014

há dias.


Há dias em que tudo parece mais difícil.
Há dias em que a vida nos parece mais cinzenta.
Há dias em que as forças parecem escassear.
Há dias em que só me apetece estar sozinha e pensar.
Há dias em que a caixa de reservas parece mais vazia e sem sentido.

Há dias em que não queria ver as minhas pessoas sofrer. 
Há dias em que queria ter a solução para as ajudar. Ou as palavras certas a dizer. Ou então uma bola de cristal que me permitisse ver o futuro e qual o caminho a seguir.

Há dias em que eu queria, queria mesmo muito, que tudo fosse mais fácil (pelo menos uma vez).

Há dias assim, eu sei.

Mas acima de tudo, há dias que temos (ainda) mais a certeza do que realmente importa.
E o que me importa é estarmos bem, a minha pequena-grande família, estarmos felizes, estarmos juntos e unidos.

E saber o quanto nos amamos. 

E isso, todos os dias, é o que me move.

31 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia* #3 [de ontem]

quando me disseram,

"tu constróis o mastro, no final vêm alguém e pendura a bandeira"


E, apesar de estranho, foi o melhor do meu dia. Foi alguém que, mesmo sem esse objetivo concreto, me valorizou. Foi capaz de valorizar o meu trabalho.  
E, isso, fez o meu dia.




(porque febre, vómitos e choro não foram definitivamente o melhor do meu dia.)
 

29 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia* #2

Conversar com uma amiga. 
Sobre tudo, sobre nada. Sobre coisas importantes e sobre outras que só a nós nos interessam.

Rir. Dar uma, duas, três gargalhadas. 
Rir de nós próprias e daquilo que, no fundo, nos preocupa.

Lavar a alma das coisas menos boas. 
Com uma receita de uma sobremesa boa, que ela faz maravilhosamente e que eu quero experimentar. 

Encher o coração com o carinho de quem me quer bem.

Gosto de ti,  M.


28 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia* #1 [de vários dias]

Abraço de família.

O A. adora dar "abraços de grupo". A alegria que ele sente por nos poder abraçar (a mim e ao pai) em conjunto. E a felicidade que aquele contacto me dá.

Ficamos os três ali naquele namoro de um abraço.

Esse momento é muitas vezes o melhor do meu dia.

27 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia. [o início]








Cada vez mais, me, fazia sentido aderir a este desafio que a Catarina e a Ana iniciaram.

Pensava "e se?!", mas fui adiando a decisão. Até agora.
Decidi que agora tinha mesmo que ser.

Era o empurrão que me faltava para pensar e dar valor ao que realmente importa. Para valorizar as pequenas grandes coisas na minha vida.
Chegou o momento. 

Escrevi o mail e, acima de tudo, desafiei-me a mim própria a fazer este exercício.

Que venham muitos dias bons. Que eu os saiba apreciar e dar valor.

Que eu seja mais feliz com esta minha nova postura. É só isso que pretendo.

 


24 de janeiro de 2014

Do melhor dos meus dias. #2

Receber um mail. Receber uma mensagem. Receber uma música.
Lembrarem-se de nós. E dizê-lo, ou não, mas mostrá-lo. 
Assim, sem contar, do nada... Só porque sim.

Ter pessoas boas na minha vida.
Saber que me acarinham.
Sentir que gostam de mim.

21 de janeiro de 2014

Do melhor dos meus dias #1

Estou decidida a não deixar que este MEU espaço de partilha seja um muro de lamentos.
Já pensei que fechar o blog, já pensei em privatizá-lo, já pensei em deixá-lo por aqui.

Mas, pelo menos para já, estou decidida a continuar a levá-lo da mesma forma como até agora. Gosto muito deste espaço. Gosto muito de quem me lê e me acarinha por cá. Pessoas que nunca conheci pessoalmente, mas parece que as conheço tão bem...

Como tal, o melhor do meu dia (destes últimos dias) é também decidir continuar por cá. Nos mesmos moldes!

Um beijinho a quem por aqui está. Grande!

20 de janeiro de 2014

O melhor dos meus dias. O melhor da minha vida. Todos os dias.

Tenho pensado muito nisto.
No melhor dos meus dias. No melhor da minha vida.

A nossa vida não tem sido propriamente fácil nestes dois últimos anos. 
A vida da minha família. 

Temos levado alguns abanões fortes. Uns atrás de outros. 
Quando parece que algo se vai resolver, tudo se complica novamente e em vez de um passo em frente damos 4 para trás. 

Como quando há a oportunidade de uma entrevista de emprego, e tudo corre da melhor forma, o cargo a concurso fica suspenso por tempo indeterminado devido a uma reestruturação da empresa. 
Ou como quando surge outra oportunidade de fazer um trabalho (a custo zero, mas que demora meses, que implica muita dedicação, algumas despesas, e onde se deposita muuuuuuita esperança) para iniciar um projeto novo e fica reduzido a nada porque existem outros interesses que não "incluem" realmente trabalho.
Ou como quando tanta gente amiga desaparece da nossa vida. É tão mais simples ser amigo de quem está bem, de quem tem a vida perfeita. É tão mais fácil. Oh, se é!

Tem sido bastante difícil encarar tudo com otimismo e força de vontade.
Há dias melhores, outros nem por isso.

Sempre fui uma pessoa cautelosa (para não dizer pessimista), sempre tive tendência para ver o copo meio vazio. 
Nestes últimos tempos tento sempre (e tento com muita força, mesmo) ver o lado positivo das coisas. Tento tirar uma lição mesmo das situações mais complicadas.

E, asseguro, que é muito difícil para mim.
Mas tenho treinado muito para conseguir atingir esse objetivo. Ao fim do dia, ao fim da semana, ao fim do mês e até no balanço de um ano inteiro.

O objetivo é, acima de tudo, dar importância ao que realmente importa. Valorizar as pequenas coisas. Ter mais tempo para mim e para quem amo.

Estou determinada a cumpri-lo. Tenho que o fazer! 
É imperativo para mim, para a minha saúde mental e física e para a felicidade da minha família. 
Aquilo que mais me importa!

Como tal, eu que não sou nada pessoa de fazer resoluções de ano novo, decidi que 2014 vai ser o ano de dar este passo. De palmilhar este caminho, que estou certa, me (nos) levará a uma vida mais feliz e mais plena.
E centrar-me, sempre, no que realmente importa. 


O melhor dos meus dias. O melhor da minha vida. Todos os dias.


Quem passa por cá