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12 de fevereiro de 2014

Especialmente para o F.

Porque sei o quanto ele compreende (e concorda com) estas palavras do Ricardo Araújo Pereira.

O F. (meu marido) odeia que partam parvamente o pão, que partam parvamente o bolo, ou que partam parvamente o queijo.

O que eu me ri a ouvir a mixórdia hoje de manhã, acima de tudo porque sei o quanto isto pode enervar alguém (no meu caso o F).





29 de janeiro de 2014

O que Distingue um Amigo Verdadeiro [pelo MEC]


Não se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas. Ou melhor: amigo. A preocupação da alma e a ocupação do espaço, o tempo que se pode passar e a atenção que se pode dar — todas estas coisas são finitas e têm de ser partilhadas. Não chegam para mais de um, dois, três, quatro, cinco amigos. É preciso saber partilhar o que temos com eles e não se pode dividir uma coisa já de si pequena (nós) por muitas pessoas.

Os amigos, como acontece com os amantes, também têm de ser escolhidos. Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade. O que é bom sai caro. A tendência automática é para ter um máximo de amigos ou mesmo ser amigo de toda a gente. Trata-se de uma espécie de promiscuidade, para não dizer a pior. Não se pode ser amigo de todas as pessoas de que se gosta. Às vezes, para se ser amigo de alguém, chega a ser preciso ser-se inimigo de quem se gosta.

Em Portugal, a amizade leva-se a sério e pratica-se bem. É uma coisa à qual se dedica tempo, nervosismo, exaltação. A amizade é vista, e é verdade, como o único sentimento indispensável. No entanto, existe uma mentalidade Speedy González, toda «Hey gringo, my friend», que vê em cada ser humano um «amigo». Todos conhecemos o gênero — é o «gajo porreiro», que se «dá bem com toda a gente». E o «amigalhaço». E tem, naturalmente, dezenas de amigos e de amigas, centenas de amiguinhos, camaradas, compinchas, cúmplices, correligionários, colegas e outras coisas começadas por c. 

Os amigalhaços são mais detestáveis que os piores inimigos. Os nossos inimigos, ao menos, não nos traem. Odeiam-nos lealmente. Mas um amigalhaço, que é amigo de muitos pares de inimigos e passa o tempo a tentar conciliar posições e personalidades irreconciliáveis, é sempre um traidor. Para mais, pífio e arrependido. Para se ser um bom amigo, têm de herdar-se, de coração inteiro, os amigos e os inimigos da outra pessoa. E fácil estar sempre do lado de quem se julga ter razão. O que distingue um amigo verdadeiro é ser capaz de estar ao nosso lado quando nós não temos razão. O amigalhaço, em contrapartida, é o modelo mais mole e vira-casacas da moderação. Diz: «Eu sou muito amigo dele, mas tenho de reconhecer que ele é um sacana.» Como se pode ser amigo de um sacana? Os amigos são, por definição, as melhores pessoas do mundo, as mais interessantes e as mais geniais. Os amigos não podem ser maus. A lealdade é a qualidade mais importante de uma amizade. E claro que é difícil ser inteiramente leal, mas tem de se ser. 

 
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'

13 de setembro de 2013

Vá lá, partilhem!



Por cada partilha deste vídeo, a Nobre vai doar 50g de produto a quem mais precisa. 

Por isso, partilhem com toda a gente e provem que Portugal é Nobre!

(e porque o anúncio está espetacular! tem tudo!) 

 

9 de junho de 2013

Como é que se Esquece Alguém que se Ama?



“Como é que se esquece alguém que se ama?
Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver?
Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar?
Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. 
Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. 
Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. 
Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. 

A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moínha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si, isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha. Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.”

 Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'


(Obrigada C., pela partilha. Adorei!)
 

30 de maio de 2013

Todos por um!




Amanhã há mais um Todos por um no Porto.

Vá lá! Toca a passar pelo Colégio Júlio Dinis, e quem sabe a fazer a diferença.

2 de abril de 2013

Um murro no estômago.






Uma história tão triste. Uma história tão bonita.

Um verdadeiro murro no estômago.

A ver, sem qualquer dúvida, pelas imagens fenomenais, pela luta, pela verdadeira história de amor.

6 de novembro de 2012

É para ontem!

E porque o João José não me saí da cabeça. 

E porque soube agora que o Mano da Bia não é compatível com ela.

E porque não quero imaginar o que os pais destas crianças estão a passar. 

E porque a vida por vezes é tão injusta. 

E porque sou dadora de medula há alguns anos. 

E porque o meu filho é dador de células estaminais para o banco público, e porque isso nunca foi uma opção mas uma certeza.

E porque adorava um dia poder ajudar a salvar a vida de alguém.

E porque não custa mesmo nada, toca a repassar a mensagem, e ir a um destes locais e tornar-se dador de medula óssea.


21 de outubro de 2012

Constatações desta semana # 2

Uma semana que antecede duas auditorias revela a personalidade (a pior parte) de cada um dos meus colegas de trabalho.

CREDO! Há gente mesmo má!

3 de outubro de 2012

Estavas curiosa?!

Então toma lá:

Isto e mais isto!

E agora que já contaram a anedota, que tal falarem a sério e conscientes do País em que estamos.
Tudo se resume a aumentar impostos! What else...?!?


22 de março de 2012

Bom humor*



Ando sem  tempo para nada. Mas apeteceu-me partilhar isto convosco.

Gosto tanto deste humor*


28 de fevereiro de 2012

Porque é que o meu bebé guincha?, pergunta a mamã


O bebé está a aprender a comunicar.

Guinchar é normalmente comum entre os 4 e os 6 meses de idade e começa depois do seu bebé já balbuciar há algum tempo.

"Quando o bebé guincha, está a criar sons que utilizam as cordas vocais de forma mais forte que os balbucios" diz Joanne Cox, pediatra no Children's Hospital Boston. "Além disso, ele aprende rapidamente que assim chama a atenção das pessoas. Está essencialmente a experimentar a produção de sons e a interacção social — os principais elementos da linguagem."

E pronto. Se eles dizem que é comum eu tenho que aceitar (que remédio!).

23 de fevereiro de 2012

Aí, segurem-me!

Estou capaz de comprar uma Zara inteira, uma H&M, e varrer tudo dentro da Uterque.
E mesmo assim ia ser difícil esquecer-me de algumas coisas a que tenho "assistido".

E agora vou pensar que faltam 30 minutos para sair, e tentar esquecer que isto existe!

20 de fevereiro de 2012

Festa.

A cidade já está apinhada de gente. 
Carros em trânsito na avenida. 
Ouve-se muita música e barulho.
E a noite ainda está no início.

Nós estamos sossegados em casa e chega-nos o som da música distante*

1 de fevereiro de 2012

ácaros nas pestanas*

Mãe (na cozinha a preparar o lanche): Vi hoje no Dr.Oz que podemos ter ácaros nas pestanas.

Pai (na cozinha com pequeno A. ao colo): Ai é? Mas que bem... estou mesmo a imaginar os ácaros a fazer ginástica nas pestanas. Só tenho receio é que se distraiam e possam cair.

raquel no computador ouve este diálogo entre os pais e não consegue segurar duas gargalhadas.
raquel gosta muito disto.

9 de junho de 2010

Crise?!? ONDE???


Hoje a caminho do trabalho parei numa estação de serviço para deixar o meu carro a lavar. E a coisa segue assim:

eu: Bom dia. Quero deixar o meu carro a lavar. Por dentro e por fora...

sr. da estação: Hoje?!?

(chove lá fora)

eu: sim, hoje! Infelizmente está a chover, mas preciso mesmo de lavar o carro...

sr. da estação: mas hoje?!? assim?? (fazendo uma expressão de quem está a olhar para uma doida)

eu: sim, hoje!!! é hoje que preciso de lavar o carro!!! (já estava a começar a ficar chateada, porque nem estava a perceber esta conversa...) Mas, afinal, qual é o problema?! Vocês não lavam o carro??

sr. da estação: ahhh. a chover não! Só aspiramos...

eu: (incrédula) ok, muito obrigada.

Agora estou parva! Ainda nem acredito bem nesta conversa de doidos! Eles não lavam o carro com chuva?!? E no Inverno, fecham??
E a questão é que é uma lavagem automática, num espaço fechado!!! Que lhes importa a chuva??
Eu ainda não percebo... E estamos em crise, não é?!?

10 de fevereiro de 2010

Mas ela endoideceu de vez?!?


Eu quanto mais sei ou leio sobre esta senhora mais espantada fico! Eu nem sei como ela ainda me consegue surpreender... Penso, "pronto a partir de agora já mais nada vindo desta lady me surpreende", e sei de outra barbaridade. Como esta que encontrei no SapoFama.

"Sentiu necessidade de mudar de "look" para entrar em 2010?

Adoro começar o ano novo sempre diferente nalgum lado. O rosto é o nosso bilhete de identidade e a pele e o cabelo são importantíssimos. Aprendi com o Leonel, o meu cabeleireiro, a manter o meu cabelo saudável e bem tratado. Quero ficar mais loira, porque as loiras são mais divertidas. Estou numa fase muito divertida da minha vida. O cabelo cresce rápido e as raízes começam a notar-se."
no SapoFama

Quem passa por cá