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8 de julho de 2014

a pressa. o tempo. essa coisa rara que é tempo...




E como esta música é tão verdadeira.
Como é tão isto.

9 de abril de 2014

A vida ensina.


 

Sim, ensina.
E se há coisa que me tem ensinado é que não existem tempos certos. Não existe o momento ideal...
Por mais que queiramos controlar as coisas no tempo certo ele não existe.

Ontem à noite recebi uma notícia que me congelou o cérebro.
A mãe de uma amiga morreu, vítima desse cabrão que é o cancro. Soube que estava doente há pouco mais que um mês, muito doente, sem grandes alternativas de tratamentos, sem esperança. Restavam-lhe cerca de 6 meses.
Não durou 6 meses, durou 1 mês.

Sinto tanto! 
Lamento tanto a falta que aquela mãe vai fazer aquela filha (minha amiga), aquela família toda.
Queria tanto ter sabido disto tudo antes de receber esta notícia terrível. Hoje sinto-me de rastos por não a ter podido acarinhar e consolar enquanto sofreu com este terrível diagnóstico da mãe.
Queria tanto saber o que lhe dizer numa horas destas. 
Queria tanto, tanto acalmar-lhe a dor.

A vida ensina-nos que não há tempo para maldade. 
Não há tempo para sermos maus uns com os outros. 

Não há tempo para nos distrairmos com as coisas que não interessam.

Um beijo enorme, querida MJ. Estou cá sempre que precisares de mim.
Sempre. 
Com todo o tempo do mundo.

Com todo o tempo da vida. 
Porque a vida me ensina o que realmente vale a pena.





25 de fevereiro de 2014

bebé.

Um dia destes Pequeno A. disse-me "quêo sê bebé". E deita-se no meu colo para o embalar.

(!?!?)

Mas quem é que lhe disse que ele não era bebé.
É o meu bebé! Será sempre o meu bebé! Mesmo quando já não couber no meu colo (começa a ser já apertado).

Ai, que eu adoro vê-lo crescer, adoro esta fase super gira e muuuuuito trabalhosa mas tenho tantas saudades do meu bebé.

27 de abril de 2013

O tempo. Sempre ele.


Ou, neste caso, a falta dele.
Tenho saudades de por cá passar.

Realmente o tempo não chega para tudo. 
O trabalho e a casa deixam-me muito pouco tempo para cá vir. 
Vou aproveitando todo o resto com eles. Com os meus pequenos.

Há fases assim, não é?
Prefiro-as mais calmas e serenas. Que me permitam ter tempo para fazer "coisas minhas". Coisas como escrever aqui.
Preciso disso para me equilibrar. Fazer coisas minhas, ter coisas minhas.

E mais uma vez penso e quero fazer o esforço de não passar tanto tempo sem cá vir.
Fazem-me falta.

 


21 de março de 2013

Primavera.

Adoro a Primavera.

Adoro a sensação que a Primavera me traz.

Adoro esta promessa de tempos quentes e dias compridos.

Adoro a ideia de esplanadas, amigos e fins de tarde bons.


Gosto tanto da Primavera que lhe dei como nome a quem gostei muito. A quem quiz muito bem. A quem gostei tanto como se de uma irmã se tratasse. Mesmo e de coração!

Descobri que essa amizade, esse amor, não era sentido de igual forma. Não era sentido com a mesma intensidade.
Doeu, dói muito. Sim, ainda dói. Mas também sinto que estou a começar a fechar o ciclo, a tentar fechá-lo dentro de mim.

O canto da Primavera ficará cá para sempre. Guardado, com momentos doces, de muita cumplicidade e harmonia.

Gosto dele aqui, dentro de mim*


20 de setembro de 2012


Vou ter tantas saudades de ver estes pézinhos ao sol.

Espero que o sol e o calor fiquem por cá muito mais tempo.



E que o trabalho me dê um bocadinho de mais tempo para cá vir. E ir aí!


3 de setembro de 2012

♥ despedi-me assim,


04.09.2011
10h

da barriga.
de ti dentro de mim.


e foram estas as fotos que tirei mesmo antes de ir para a maternidade, com quase a certeza que ficariamos lá.


2 de setembro de 2012

a dois dias do dia A.*


02.09.2011
 (há um ano atrás estávamos assim)

Tenho feito balanços, tenho pensado neste último ano. No que mudou, em tudo que se alterou.

E após 364 dias de ser mãe atrevo-me a escrever 12 (tenho tantas mais!) das constatações que faço (sem qualquer ordem específica e que são opiniões "muito minhas", da minha realidade).

* não há momentos certos para engravidar, para ter um filho. Por mais que se planeie, por mais que se antecipe situações, questões ou problemas há sempre milhares de factores que não estão nas nossas mãos e que muitas vezes nos trapaceiam.

* o primeiro mês de um bebé é um susto. Os momentos que imaginamos e dos quais toda a gente fala são muito poucos. Os ditos momentos de contemplação do bebé recém-nascido, em que tudo é sereno, branco e imaculado (em que só faltam os violinos a tocar, e as rosas brancas e frescas numa jarra) são muito, muito poucos (para não dizer que não existem, de todo!).
O primeiro mês é a confusão, é o encaixar das "coisas", é o conhecer aquele ser pequenino que já amamos, é constatar que a vida ganha um novo e maior amor, mas também ganha muito mais responsabilidade e medo, tanto medo de falhar!

a importância dos meus pais. Ouvi isto imensas vezes da boca da minha mãe, "quando tiveres um filho, compreendes. vais dar-me razão!". Pois sim, tenho que confirmar que é verdade. O meu filho fez-me ver tudo na perspectiva de mãe e a verdade é que cada vez admiro mais a minha própria mãe, os meus pais. E não sei o que faria sem a ajuda, a amizade, o amor, os conselhos, o aconchego dos meus pais.

* não se pode idealizar tanto. Sempre fui de idealizar, de sonhar, de expectativas e a verdade é que com um filho temos que ser muito mais "terra à terra". A vida nem sempre pode ser como queremos, como idealizamos e não podemos ir abaixo por as coisas não correrem tal e qual como esperávamos que fosse. Lutar sim, mas sem achar que tudo vai ser matemático.

* as opiniões e as certezas dos outros são uma realidade e uma insensibilidade atroz. Toda a gente sabe tratar de um bebé e sabes coisas de bebés. Como tal, toda a gente opina! Eu sei que não é por mal, que é para ajudar, que têm muito mais experiência que nós mas por amor da santa deixem uma recém mãe em paz! È que ouvir uma criança a chorar ininterruptamente já é extremamente difícil e penoso, para ainda ter que ouvir "mas deste-lhe leite? e a fralda, trocaste?" (não!!! estou a tentar que ele morra à fome, de preferência cheio de xixi e cocó).

* e na sequência da constatação anterior, mas que merece um ponto à parte. se amamentas e o teu bebé chora, é o teu leite que é fraco! Eu que tive um bebé que sofreu muito com cólicas desde os 15 dias de vida até aos 3 meses e meio e amamentei por bastante mais tempo, ouvia isto diariamente, de todos os lados. Mesmo quando meu filho engordava  1,600Kg num mês.
Se alguém me está a ouvir não digam nunca isto a uma mãe que amamenta e que se sente a um passo da loucura.

* não há um amor maior. É um amor que cresce a cada segundo, a cada minuto, a cada hora, a cada dia... Apaixonamo-nos a cada instante por estes seres pequeninos.

* a maternidade mostrou-me que sou muito mais forte, muito mais resistente, que algum dia poderia imaginar. Aprendi a superar-me a mim própria.

* um bebé é um abanão numa relação. Pode ser um abanão bom ou mau, mas é. E se a coisa não estiver bem segura, se o casal não estiver bem unido e em concordância a relação pode não aguentar. Tenho um amigo que sempre me disse "casar não muda nada! só mudamos as roupas de sítio. agora um bebé, um bebé muda tudo!". Pois bem, também concordo com ele.

* pequeno A. tem o melhor pai que poderia ter e imaginar. Um pai dedicado, atento, que o ama incondicionalmente. É impagável a imagem do rosto do meu marido quando viu o nosso filho pela primeira vez (posso viver 1000 anos que nunca me esquecerei!), a imagem do amor puro e verdadeiro. E eu tenho a certeza que tenho o melhor marido que poderia ter.

* o medo de falhar, o medo de educar é recorrente e persegue-me. Como nunca pensei que fosse! Tenho medo de não saber passar-lhe bons valores. Tenho medo de não ser para o meu filho aquilo que os meus pais são para mim. E dúvidas, tantas dúvidas... 

* dar importância ao que realmente a tem. Separar o trigo do joio! Descobri que há gente que definitivamente não vale o esforço e muito menos a dedicação. E descobri, também, que o universo/as circunstâncias prepara-nos surpresas muito boas e apresenta-nos gente boa que gosta de nós, que se preocupa connosco e faz-nos de novo acreditar na amizade pura e sem cobranças.



30 de agosto de 2012

a 5 dias do dia A.*

ando de todo.
a minha cabeça anda a mil. balanços, constatações, lembranças...conclusão, emoções ao rubro.
dou por mim a emocionar-me ao ouvir na rádio uma mãe dar os parabéns ao filho.
emociono-me ao olhar para o meu filho.
emociono-me ao pensar neste amor todo que parece não caber dentro de mim.
e recordo mais uma ou duas coisas de há um ano atrás.

(e depois tenho que voltar à realidade que tenho trabalho até à Lua ao Sol)

28 de agosto de 2012

a uma semana do dia A.*

Ando aqui de coração apertado.

Sensível como já não me lembrava de estar. Emocionada. Passo os dias a suspirar.

Só penso e revivo tudo que vivi neste último ano. 
Um ano tão cheio. 
Tão cheio de coisas maravilhosas, outras menos boas e algumas mesmo más.

Um ano tão cheio de amor. 
A descoberta de um amor maior, de um amor visceral. 
A certeza de outros amores.
A confirmação que os meus pais são os melhores do Mundo.
A constatação que há amores que não o são.

A certeza que há pessoas que aparecem na nossa vida no tempo certo, que nos fazem tão bem, que é como se as conhecessemos desde sempre (e isso eu vou agradecer para sempre ao meu filho, porque sem saber foi ele que me "permitiu" isto).

E ando assim, de coração apertado. Um coração cheio que se aperta.
Cheio de amor e felicidade por este ano. Que se aperta pelo medo de falhar, pelo medo de não ser capaz.

E a cabeça diz-lhe "a seu tempo, meu companheiro. tudo a seu tempo".


22 de agosto de 2012


estou cheia de saudades tuas.
venham daí as 16h para correr até ti*

20 de agosto de 2012

1, 2, 3 ... experiência!

Estamos a fazer uma enorme pequena experiência por cá.

Deixamos, ontem, pequeno A. com os meus pais que estão de férias na praia.

Confesso que já estou a morrer de saudades dele, mas com esperança que corra tudo bem. Vamos lá matar saudades jantar amanhã, mas só me apetece ir já hoje.

Faz-lhe bem, faz-nos bem, faz bem aos avós. Mas custa muito um bocadinho.

Temos que aproveitar estes dias a dois para compensar a saudade e a falta aquele nosso ser pequenino nos faz ♥.

1 de agosto de 2012

há um ano atrás!

estávamos assim.





faz hoje, precisamente, um ano.
o tempo passa tão rápido!

27 de julho de 2012

as nossas férias*

(ou um bocadinho delas, em imagens)


uma amostrinha :)*


Adivinhem quem voltou!




Estou por cá.
Sem tempo para nada, pois regressei a casa e ao trabalho na terça. Ainda tenho a casa em pantanas e o trabalho completamente desorientado.
Com calma, espero que isto vá a bom porto.

As férias foram boas. Passaram muito rápido, mas souberam muito bem.
O tempo esteve uma porcaria. Na primeira semana de férias até tivemos direito a chuva. Delícioso! Na segunda semana esteve sol, mas o vento não combina com praia, pelo menos para mim.
Detesto sentir frio na praia.
Por isso passeamos muito, apanhamos sol nas esplanadas, e namoramos muito a três.
Adoro esta minha família.

Tenho saudades vossas. De vos ler. De vos escrever.
Tenho muita coisa para partilhar, tenho pouco tempo disponível. Mas aos poucos lá vamos.

Um beijo cheio de carinho e saudade*

1 de maio de 2012

1 de Maio de 1998

Faz hoje 14 anos que tive um dos piores dias da minha vida.
A anteceder a um dia que supostamente devia ser de muita festa e muito feliz.

Faz hoje 14 anos que perdemos um tio. Um tio bom, que merecia ter vivido mais tempo connosco.
Numa questão de segundos tudo mudou. E marcou-me para sempre.

Um beijo para ti, nosso*

Quem passa por cá