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12 de março de 2014

o melhor do meu dia*# 8

De manhã quando acordei o meu filho, e ele viu a roupa que lhe tinha preparado para vestir reparou de imediato nas sapatilhas que estavam estrategicamente colocadas ao lado (eu "doseio" o uso de sapatilhas ao A., mas isso é assunto de outro post), e diz-me:

"mamã, as patilhas pá escoua?" 

(ao qual respondi afirmativamente, e ele me diz:)

"obigada, minha mamã!" 

Tão fácil fazê-lo feliz! Tão simples. Confesso que até me apareceu uma lagrimeta. 

 

26 de fevereiro de 2014

Onde me apetecia estar hoje?

Aqui:



Garanto que fazia a purga de tudo. 
Esquecer trabalho, cansaço, frio, chuva, doenças, e todas as -ites...

Dançar, dançar, dançar! Sem pensar em absolutamente nada, nem ninguém! 

Só dançar!
(e perder algum peso, que tanto salto tinha que resultar alguma coisinha!)


25 de fevereiro de 2014

bebé.

Um dia destes Pequeno A. disse-me "quêo sê bebé". E deita-se no meu colo para o embalar.

(!?!?)

Mas quem é que lhe disse que ele não era bebé.
É o meu bebé! Será sempre o meu bebé! Mesmo quando já não couber no meu colo (começa a ser já apertado).

Ai, que eu adoro vê-lo crescer, adoro esta fase super gira e muuuuuito trabalhosa mas tenho tantas saudades do meu bebé.

19 de fevereiro de 2014

havia de chegar o dia. [ou o melhor do meu dia, do meu mês, da minha vida]

que o meu Pequeno A., com as suas mãos sapudinhas, me agarraria no rosto e com o olhar e a voz mais doce do Mundo me diria

"gosto de ti, mamã"

Ontem foi o dia. 
E fez-me a mamã mais feliz do Mundo.
O meu Pequeno A.

(escusado será descrever o histerismo de palavras, beijos, abraços e estrafeganços com que o presenteei a seguir).

14 de fevereiro de 2014

o melhor do meu dia* #6


Fazer atividades com ele.

Coisas pequenas. Nada de muito elaborado nem de difícil preparação.
Mas dedicar uns minutos por dia a fazer alguma coisa com ele. 
Para ele, para nós.

Adoro! Fico de coração cheio, porque sei que ele adora. E vibra. E contente dá-me um abraço, olha-me nos olhos e diz "mamã miga!" (mamã amiga!)
Há agradecimento melhor? Há elogio melhor?
E é sem dúvida, e muitas vezes, o melhor do meu dia.


13 de fevereiro de 2014

fazer de conta.






de o ver brincar ao faz de conta.
adoro vê-lo fazer de conta.

fazer de conta que nos serve um cabadê (café), ou tinha (leite) enquanto faz shhhh que supostamente é o barulho que o líquido faz ao cair na chávena.

fazer de conta que cozinha uma refeição para nós, improvisando um fogão numa cadeira.

fazer de conta que nozes são óbu (ovos).

fazer de conta que o ipod é um telefone e encosta-o à orelha e diz (de enfiada) "tô xim. oá. xau".

adoro esta simplicidade das coisas. 
adoro olhar para ele e ver que o que o faz feliz é tão simples.


12 de fevereiro de 2014

Especialmente para o F.

Porque sei o quanto ele compreende (e concorda com) estas palavras do Ricardo Araújo Pereira.

O F. (meu marido) odeia que partam parvamente o pão, que partam parvamente o bolo, ou que partam parvamente o queijo.

O que eu me ri a ouvir a mixórdia hoje de manhã, acima de tudo porque sei o quanto isto pode enervar alguém (no meu caso o F).





7 de fevereiro de 2014

o melhor do dia.* #5 [de ontem]

Chegar a casa cheia de frio [no corpo e na alma], e meter-me na banheira. Ter o meu Pequeno A. a "velar-me" o banho e convidá-lo a fazer-me companhia.

Ele, tão feliz, diz logo que sim. A pressa que o dispam para vir ter com a mamã.

E ficamos os dois ali. Com água quente. Com o calor do nosso amor. 
Lavar os nossos corpos e, acima de tudo, lavar a minha alma.



3 de fevereiro de 2014

29 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia* #2

Conversar com uma amiga. 
Sobre tudo, sobre nada. Sobre coisas importantes e sobre outras que só a nós nos interessam.

Rir. Dar uma, duas, três gargalhadas. 
Rir de nós próprias e daquilo que, no fundo, nos preocupa.

Lavar a alma das coisas menos boas. 
Com uma receita de uma sobremesa boa, que ela faz maravilhosamente e que eu quero experimentar. 

Encher o coração com o carinho de quem me quer bem.

Gosto de ti,  M.


O que Distingue um Amigo Verdadeiro [pelo MEC]


Não se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas. Ou melhor: amigo. A preocupação da alma e a ocupação do espaço, o tempo que se pode passar e a atenção que se pode dar — todas estas coisas são finitas e têm de ser partilhadas. Não chegam para mais de um, dois, três, quatro, cinco amigos. É preciso saber partilhar o que temos com eles e não se pode dividir uma coisa já de si pequena (nós) por muitas pessoas.

Os amigos, como acontece com os amantes, também têm de ser escolhidos. Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade. O que é bom sai caro. A tendência automática é para ter um máximo de amigos ou mesmo ser amigo de toda a gente. Trata-se de uma espécie de promiscuidade, para não dizer a pior. Não se pode ser amigo de todas as pessoas de que se gosta. Às vezes, para se ser amigo de alguém, chega a ser preciso ser-se inimigo de quem se gosta.

Em Portugal, a amizade leva-se a sério e pratica-se bem. É uma coisa à qual se dedica tempo, nervosismo, exaltação. A amizade é vista, e é verdade, como o único sentimento indispensável. No entanto, existe uma mentalidade Speedy González, toda «Hey gringo, my friend», que vê em cada ser humano um «amigo». Todos conhecemos o gênero — é o «gajo porreiro», que se «dá bem com toda a gente». E o «amigalhaço». E tem, naturalmente, dezenas de amigos e de amigas, centenas de amiguinhos, camaradas, compinchas, cúmplices, correligionários, colegas e outras coisas começadas por c. 

Os amigalhaços são mais detestáveis que os piores inimigos. Os nossos inimigos, ao menos, não nos traem. Odeiam-nos lealmente. Mas um amigalhaço, que é amigo de muitos pares de inimigos e passa o tempo a tentar conciliar posições e personalidades irreconciliáveis, é sempre um traidor. Para mais, pífio e arrependido. Para se ser um bom amigo, têm de herdar-se, de coração inteiro, os amigos e os inimigos da outra pessoa. E fácil estar sempre do lado de quem se julga ter razão. O que distingue um amigo verdadeiro é ser capaz de estar ao nosso lado quando nós não temos razão. O amigalhaço, em contrapartida, é o modelo mais mole e vira-casacas da moderação. Diz: «Eu sou muito amigo dele, mas tenho de reconhecer que ele é um sacana.» Como se pode ser amigo de um sacana? Os amigos são, por definição, as melhores pessoas do mundo, as mais interessantes e as mais geniais. Os amigos não podem ser maus. A lealdade é a qualidade mais importante de uma amizade. E claro que é difícil ser inteiramente leal, mas tem de se ser. 

 
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'

28 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia* #1 [de vários dias]

Abraço de família.

O A. adora dar "abraços de grupo". A alegria que ele sente por nos poder abraçar (a mim e ao pai) em conjunto. E a felicidade que aquele contacto me dá.

Ficamos os três ali naquele namoro de um abraço.

Esse momento é muitas vezes o melhor do meu dia.

27 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia. [o início]








Cada vez mais, me, fazia sentido aderir a este desafio que a Catarina e a Ana iniciaram.

Pensava "e se?!", mas fui adiando a decisão. Até agora.
Decidi que agora tinha mesmo que ser.

Era o empurrão que me faltava para pensar e dar valor ao que realmente importa. Para valorizar as pequenas grandes coisas na minha vida.
Chegou o momento. 

Escrevi o mail e, acima de tudo, desafiei-me a mim própria a fazer este exercício.

Que venham muitos dias bons. Que eu os saiba apreciar e dar valor.

Que eu seja mais feliz com esta minha nova postura. É só isso que pretendo.

 


24 de janeiro de 2014

Do melhor dos meus dias. #2

Receber um mail. Receber uma mensagem. Receber uma música.
Lembrarem-se de nós. E dizê-lo, ou não, mas mostrá-lo. 
Assim, sem contar, do nada... Só porque sim.

Ter pessoas boas na minha vida.
Saber que me acarinham.
Sentir que gostam de mim.

23 de janeiro de 2014

o Ruca!


Pequeno A. na hora do Ruca.


Pequeno A. Nunca ligou nada à televisão. Nem Pokoyo, nem Uki, nem Baby First...Nada!
Gosta dos Caricas e das músicas deles. Um bocadinho da Xana Toc-Toc e da Sónia, mas não fica sentado a ver nenhum deles.

Milagrosamente e muito recentemente aprendeu a gostar do Ruca. E fica durante pouco tempo sentadinho e concentrado a ver o Ruca.

E o que eu gosto do Ruca! Que toma conta do meu pequeno diabrete durante uns bons 15 minutos!

(e a mãe do Ruca?!? Que paciência toda é aquela?!? Acho, como me disse a Princesa, que debaixo daquela gola tem que se esconder algo misterioso e muuuuito sinistro. Só pode!)


22 de janeiro de 2014

Beijinhos curadores!

Quem não sabe que beijo de mãe cura todos os dói-dóis?

Pequeno A. também já descobriu essa grande virtude de senhora sua mãe (e eu gosto tanto, mas tanto!).
E então, sempre que se magoa, ou dá uma turra, vem a  correr choroso pedir "bêixinho" à mamã, que é para passar muito rápido!

E a sua mãe anda completamente envaidecida com a potencialidade curativa que tem nos seus beijos. É que lhe passa (quase logo e quase sempre) a maleita. Acreditam?

21 de janeiro de 2014

Do melhor dos meus dias #1

Estou decidida a não deixar que este MEU espaço de partilha seja um muro de lamentos.
Já pensei que fechar o blog, já pensei em privatizá-lo, já pensei em deixá-lo por aqui.

Mas, pelo menos para já, estou decidida a continuar a levá-lo da mesma forma como até agora. Gosto muito deste espaço. Gosto muito de quem me lê e me acarinha por cá. Pessoas que nunca conheci pessoalmente, mas parece que as conheço tão bem...

Como tal, o melhor do meu dia (destes últimos dias) é também decidir continuar por cá. Nos mesmos moldes!

Um beijinho a quem por aqui está. Grande!

30 de setembro de 2013

Só vos digo!


Provei isto, finalmente, este fim de semana.

MEU DEUS!

Comi-o de enfiada!

E para que me lembrei de comprar?!? Andava tão mais feliz (e menos anafada) na minha bendita ignorância.


4 de setembro de 2013

♥ 2 anos, meu amor





Hoje completas 2 anos, meu amor.

24 meses certinhos!

Fecha-se o ciclo do bebé (apesar de achar que nunca vou conseguir deixar de te ver como tal) e começa um novo ciclo, de menino.

E estás um menino tão bonito, tão doce, tão meigo! O meu menino!

Adoras os teus avós. Tens uma paixão tão grande por eles que é realmente bonito e admirável de ver.
Eles, escusado será dizer, adoram-te fazem tudo para te ver feliz.

E como eu adoro ver-te feliz! 

Adoro ouvir as tuas gargalhadas sonoras e sentidas. 

Adoro ver-te, deliciado, ter rasgos de euforia e dar-nos abraços apertados. Abraços colectivos! 
Sim, porque queres abraçar-nos a todos e então enches os teus braços com todos que consegues alcançar.

E, nestes pequenos gestos, reconheço-te tanta felicidade e isso basta-me. Saúde e felicidade, meu amor!

Ainda falas pouco, mas fazes-te entender muito bem! Eu, o papá e os avós conseguimos sempre (ou quase sempre) entender o que pretendes, no teu misto de linguagem.
E se te perguntarem como te chamas respondes "ComCom". (Será que é assim que o teu nome te soa?) E eu que não gosto nada de diminutivos derreto contigo a dizê-lo.

Este mês, esta semana mesmo, para além de completares 2 anos é um grande marco para ti por mais duas razões.
Iniciaste a tua vida na creche (falamos disso depois, que não está a ser propriamente bonito) e começaste a dormir na cama grande. O teu quarto de bebé passou a ser um quarto de menino ("abebezado", ainda, porque eu gosto assim, mas de menino maior!).

Cada dia que passa amo-te ainda mais. 
Tenho dias, momentos, que olho para ti e emociono-me (também há os dias que me apetece chorar de nervos, mas este texto é o NOSSO texto delicodoce!) de tão grande que é este amor.

Só quero que sejas feliz. Desejo isso mais que tudo, que sejas simplesmente feliz.

Amo-te daqui até ao infinito. Amo-te mais que infinito, meu amor.


Quem passa por cá