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19 de março de 2014

Feliz dia, papá!

Para o(s) melhor(es) Pai(s) do Mundo!
Os nossos, meu e do Pequeno A.

Um beijo ENORME!

Amamos-vos daqui até à lua, e o caminho de volta.

 

12 de fevereiro de 2014

Especialmente para o F.

Porque sei o quanto ele compreende (e concorda com) estas palavras do Ricardo Araújo Pereira.

O F. (meu marido) odeia que partam parvamente o pão, que partam parvamente o bolo, ou que partam parvamente o queijo.

O que eu me ri a ouvir a mixórdia hoje de manhã, acima de tudo porque sei o quanto isto pode enervar alguém (no meu caso o F).





3 de fevereiro de 2014

21 de junho de 2013

Ovelhas não é para mato!


Temos os desenhos feitos pelo António com o pai.






E temos os desenhos feitos pelo António com a mãe.



(nota-se bastante que passei ao lado de uma grande carreira de artista, não é?)


3 de junho de 2013

São coisas que (me) acontecem # 2


O título deste post também poderia ser "Como sou uma mãe inconsciente #100".

Eu, raquel, deixei o meu filho usar uns sapatos até lhe fazerem uma bolha e lhe pisarem uma unhita. Porque achava que a minha mãe era uma exagerada ao achar que já estavam pequenos quando eu achava que só estavam justos. 

E porquê?!? Porque eu adorava os sapatos! Porque não os queria encostar. E pronto, sacrifiquei o meu filho!

Mas quando senhor marido, ao acabar de dar banho ao pequeno, me liga e diz "acho que é melhor encostar os sapatos porque o A. já tem uma bolha rebentada e uma unha um bocadinho pisada", senti-me uma inconsciente!

Coitadinhos daqueles mini-pés que andaram ali comprimidos por causa da vaidade da sua mãe!


19 de março de 2013

♥ Feliz dia!


A todos os pais.

Em especial aos melhores pais do Mundo,

o meu e o do pequeno A.


13 de março de 2013

só assim rapidinho #2

O meu marido deve estar completamente convencido que o depósito da máquina de café tem pernas, e que escondido vai até à torneira da banca e se enche com água.

É que só pode!!!
 

19 de dezembro de 2012

Muitos parabéns, meu amor*



Que a vida te sorria sempre.

Sabes que te desejo o melhor do Mundo.
E que estejamos sempre juntos.

Amo-te
 
 

21 de novembro de 2012

Obrigada a quem vem por bem.

Obrigada a quem se preocupa connosco.

Obrigada pelo carinho e pela preocupação.

Obrigada pelas palavras e pelo aconchego.


Não me canso de o dizer, porque é verdade, são muito importantes para mim. Têm estado presentes, e têm-me apoiado, em alturas muito difíceis.

O meu marido já teve alta e agora é ter paciência para recuperar totalmente.

Um beijo enorme a todas*

17 de novembro de 2012

Eu pedi sol.

Mas acho que houve confusão com o meu pedido e cederam-me um início de fim de semana (ou final de semana) do pior.

Marido internado e operado de urgência.
Estou a chegar agora a casa.
Amiga boa que, como de costume, esteve sempre lá.

Pequeno A. em casa dos avós, e quase não o vi.

Sozinha em casa e do mais triste que podia estar.


Sweet November.

26 de outubro de 2012

e já que estamos

numa de agradecimentos, faço-o também (e com grande distinção) ao meu filho.

Muito obrigada pela PÉSSIMA noite que nos proporcionaste! 
Acordado, com nariz entupido, e sem sono nenhuma da 1h às 5h!

A gerência lá de casa agradece muito este favor. Era mesmo oq ue estavamos a precisar!

25 de outubro de 2012

um agradecimento especial,

ao senhor meu marido!
Muito obrigada pela bruta constipação que me passaste!

Estou que não me aguento.

19 de outubro de 2012

Faz hoje 1 ano.

Faz hoje 1 ano que a nossa vida levou um abanão. 
Recebemos uma notícia má, um diagnóstico reservado.

Faz hoje 1 ano, que choramos os dois.

Faz hoje 1 ano que senti que a nossa vida nunca mais seria igual.

Faz hoje 1 ano que senti que não merecíamos nada disto. Que o nosso filho, com pouco mais de um mês, merecia que toda a família, que estava tão feliz com a sua chegada, pudesse viver o momento em plenitude.

Faz hoje 1 ano que esta data ficou-me gravada no coração, na alma, no peito.

Faz hoje 1 ano que se iniciou o período em que mais chorei na minha vida.

Faz hoje 1 ano que quis proteger-te a ti, ao nosso A. de tudo que houvesse de mau e injusto no Mundo.

Faz hoje 1 ano que uma maldita doença invadiu a nossa família. Doença essa que muda a vida, muda as pessoas.

Faz hoje 1 ano que estou muito mais alerta, à procura, atenta...

Faz hoje 1 ano que demos muito mais valor à saúde, à família, ao bem estar dos nossos.

Faz hoje 1 ano em que acredito que vai correr tudo bem. E desejo-o do fundo do coração.

17 de outubro de 2012

Os papás são de Marte, as mamãs são do planeta Terra!

Mamã preocupada com a frequência e o já longo período de cocó mole do A. questiona ( a si própria e ao papá) se não será melhor tornar a falar com o pediatra.

Papá olha para o seu pequeno filho e diz "Não será melhor falar com o Dr.V. e perguntar se é normal o cabelo do A. não crescer, e ele continuar careca?!"

Mamã resolve "engolir" a sua preocupação tão pouco pertinente e fazer de conta que ficou surda.
Lá está! Cada um com as suas preocupações!

24 de setembro de 2012

1º dia*

Hoje é um dia importante.
Um dia de recomeço. De ínicios.

Gosto disto. Gosto muito disto.

Desejo-te as maiores felicidades, F.

Eu e o A. estamos a torcer para que tudo corra pelo melhor.
Estamos aqui sempre para ti. Por ti, também.

Um beijo enorme, cheio do nosso amor

2 de setembro de 2012

a dois dias do dia A.*


02.09.2011
 (há um ano atrás estávamos assim)

Tenho feito balanços, tenho pensado neste último ano. No que mudou, em tudo que se alterou.

E após 364 dias de ser mãe atrevo-me a escrever 12 (tenho tantas mais!) das constatações que faço (sem qualquer ordem específica e que são opiniões "muito minhas", da minha realidade).

* não há momentos certos para engravidar, para ter um filho. Por mais que se planeie, por mais que se antecipe situações, questões ou problemas há sempre milhares de factores que não estão nas nossas mãos e que muitas vezes nos trapaceiam.

* o primeiro mês de um bebé é um susto. Os momentos que imaginamos e dos quais toda a gente fala são muito poucos. Os ditos momentos de contemplação do bebé recém-nascido, em que tudo é sereno, branco e imaculado (em que só faltam os violinos a tocar, e as rosas brancas e frescas numa jarra) são muito, muito poucos (para não dizer que não existem, de todo!).
O primeiro mês é a confusão, é o encaixar das "coisas", é o conhecer aquele ser pequenino que já amamos, é constatar que a vida ganha um novo e maior amor, mas também ganha muito mais responsabilidade e medo, tanto medo de falhar!

a importância dos meus pais. Ouvi isto imensas vezes da boca da minha mãe, "quando tiveres um filho, compreendes. vais dar-me razão!". Pois sim, tenho que confirmar que é verdade. O meu filho fez-me ver tudo na perspectiva de mãe e a verdade é que cada vez admiro mais a minha própria mãe, os meus pais. E não sei o que faria sem a ajuda, a amizade, o amor, os conselhos, o aconchego dos meus pais.

* não se pode idealizar tanto. Sempre fui de idealizar, de sonhar, de expectativas e a verdade é que com um filho temos que ser muito mais "terra à terra". A vida nem sempre pode ser como queremos, como idealizamos e não podemos ir abaixo por as coisas não correrem tal e qual como esperávamos que fosse. Lutar sim, mas sem achar que tudo vai ser matemático.

* as opiniões e as certezas dos outros são uma realidade e uma insensibilidade atroz. Toda a gente sabe tratar de um bebé e sabes coisas de bebés. Como tal, toda a gente opina! Eu sei que não é por mal, que é para ajudar, que têm muito mais experiência que nós mas por amor da santa deixem uma recém mãe em paz! È que ouvir uma criança a chorar ininterruptamente já é extremamente difícil e penoso, para ainda ter que ouvir "mas deste-lhe leite? e a fralda, trocaste?" (não!!! estou a tentar que ele morra à fome, de preferência cheio de xixi e cocó).

* e na sequência da constatação anterior, mas que merece um ponto à parte. se amamentas e o teu bebé chora, é o teu leite que é fraco! Eu que tive um bebé que sofreu muito com cólicas desde os 15 dias de vida até aos 3 meses e meio e amamentei por bastante mais tempo, ouvia isto diariamente, de todos os lados. Mesmo quando meu filho engordava  1,600Kg num mês.
Se alguém me está a ouvir não digam nunca isto a uma mãe que amamenta e que se sente a um passo da loucura.

* não há um amor maior. É um amor que cresce a cada segundo, a cada minuto, a cada hora, a cada dia... Apaixonamo-nos a cada instante por estes seres pequeninos.

* a maternidade mostrou-me que sou muito mais forte, muito mais resistente, que algum dia poderia imaginar. Aprendi a superar-me a mim própria.

* um bebé é um abanão numa relação. Pode ser um abanão bom ou mau, mas é. E se a coisa não estiver bem segura, se o casal não estiver bem unido e em concordância a relação pode não aguentar. Tenho um amigo que sempre me disse "casar não muda nada! só mudamos as roupas de sítio. agora um bebé, um bebé muda tudo!". Pois bem, também concordo com ele.

* pequeno A. tem o melhor pai que poderia ter e imaginar. Um pai dedicado, atento, que o ama incondicionalmente. É impagável a imagem do rosto do meu marido quando viu o nosso filho pela primeira vez (posso viver 1000 anos que nunca me esquecerei!), a imagem do amor puro e verdadeiro. E eu tenho a certeza que tenho o melhor marido que poderia ter.

* o medo de falhar, o medo de educar é recorrente e persegue-me. Como nunca pensei que fosse! Tenho medo de não saber passar-lhe bons valores. Tenho medo de não ser para o meu filho aquilo que os meus pais são para mim. E dúvidas, tantas dúvidas... 

* dar importância ao que realmente a tem. Separar o trigo do joio! Descobri que há gente que definitivamente não vale o esforço e muito menos a dedicação. E descobri, também, que o universo/as circunstâncias prepara-nos surpresas muito boas e apresenta-nos gente boa que gosta de nós, que se preocupa connosco e faz-nos de novo acreditar na amizade pura e sem cobranças.



22 de agosto de 2012

♥ um cheirinho

do que por cá se anda a fazer!
adoro fazer estas coisas (pena não ter tempo nenhum) e gosto ainda mais de as imaginar/fazer para este meu amor pequenino.
o papá é o artista, a mamã a "opiniosa" e executante.






2 de julho de 2012

Bom, bom, bom!

O nosso fim de semana.

Pela primeira vez o pequeno A. dormiu fora de casa (nos avós) e nós fomos jantar e sair com amigos. E foi bom, muito bom!

Estavamos a precisar de estar um com o outro, de estarmos com um grupo de amigos que gostamos muito, de jantar sem pressas, de ouvirmos música e ver gente gira.

Se tive saudades do pequenino e se pensei nele muitas vezes?!? Claro que sim, mas sabia que estava muito bem entregue e que tudo ia correr pelo melhor.
E correu! Adormeceu bem, dormiu a noite toda e sempre bem disposto. Os avós estavam encantados e todos vaidosos.

Quanto a nós, chegamos a casa pelas 4h super cansados mas felizes (hoje estou aqui que nem me aguento!) e dormi até às 11h (eu! que o papá estava cheio de saudades do pequeno A. e não conseguia dormir descansado).


Fomos ter com o nosso pequenino e com os avós babadíssimos à esplanada, e confesso que estava a morrer de saudades! E o domingo foi passado com muito mimo e muitos risos.


E pronto! Agora tenho uma semana de trabalho intenso pela frente! Mas depois?!? Depois são duas semanas de férias!


Boa semana*

E quem é que já sabe...

- gatinhar

- abrir as portas dos armários da sala

- agarrar-se às cortinas e às cadeiras 

- pôr-se de joelhos para tentar chegar a tudo que lhe desperte algum interesse

- e dar passinhos, completamente atabalhoados, enquanto o agarramos pelos braços?!?


O meu pequeno A.
É uma animação lá por casa! 
Ainda por cima quando o papá estava convencido, até sábado, que este pequeno príncipe tinha noção do perigo (?!?).


25 de junho de 2012

Coisas boas*






Este fim de semana foi assim, recheado de coisas boas.

Eu adoro sextas-feira. Adoro fins de tarde de sexta-feira. 
E este foi muito especial. Encontrei-me com pessoas especiais, que me fazem bem, de quem gosto muito e que espero que fiquem por aqui muito tempo.

Sábado foi um dia cheio. Com tentativa de passeio à beira mar e esplanada descontraída com gelados à mistura. Jantar de S. João na varanda de nossa casa, na companhia de lanternas e velas, com risotto de gambas e sangria de champanhe. 

E domingo um dia cheio de passeio no parque, de calor e de pessoas que gostam muito de nós.

E agora venha daí a segunda-feira. E uma semana cheia de trabalho.
Boa semana para todos*


Quem passa por cá