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9 de maio de 2014

Essa maravilha que é o desfralde.




Pequeno A. iniciou o desfralde no dia 3, passado sábado.
E posso-vos dizer que realmente é L I N D O!

Pequeno A não pede para fazer as suas necessidades. Vai fazendo (às vezes) quando o vou pondo na sanita de hora em hora.

Depois acontece isto:

Pequeno A: " mamã, mamãaaaaaaaa  está no chão!"

Eu: " O que é que está no chão?"

Pequeno A, enquanto aponta para o chão: " Isto, mamã. O xixi! .... Mas não faz mal, fica assim!"

E, todo encharcado, senta-se novamente a brincar.

Como vos digo. B O N I T O!



29 de abril de 2014

15 coisas que irritam (mesmo) o seu filho de 2 anos e meio (ou porque é que ando tão desaparecida!)



A fase mais querida mas também mais desesperante nas crianças é, para mim, a dos dois/três anos. São um amor a explorar a fala, mas ainda muito trapalhões para se exprimirem; começam a experimentar a autonomia, mas querem sempre a mãe; não querem fazer nada que não lhes apeteça, e  já têm técnica e manha suficiente para nos convencer pelo choro ou birra (vencer pelo cansaço). Fazem aquela carinha de gato da botas quando os repreendemos e, apanhando-se sozinhos destroem um quarto em minutos.
Sem que façamos de propósito, vamos descobrindo aos poucos coisas que os incomoda e irrita.
Como fazê-lo?

1. Toque primeiro que ele no botão do elevador, ou do interruptor. Aliás toque em qualquer botão primeiro que ele.
2. Abrace-o com muita força por mais de 30 segundos.
3. Sirva-lhe um prato de salada.
4. Não o deixe escolher qualquer coisa que quer escolher. Diga-lhe que é ao calhas.
5. Não lhes dê um olhos nos olhos quando está a usar a sanita pelas primeiras vezes
6. Não o deixar falar quando estiver ao telefone com alguém que ele conhece (Nem ficar com o telefone na orelha a rir  a ouvir o que dizem do outro lado)
7. Depois de lhe tirar uma fotografia com o telemóvel, não o deixe ver.
8. Não o deixe por um penso no dedo sempre que achar que se magoou.
9. Não o deixe beber de todos os chafarizes de todos os parques ou praças do mundo.
10. Pegue num bebé ao colo.
11. Não o deixe fazer batota nos jogos de tabuleiro, ou jogar duas vezes de seguida se lhe apetecer.
12. Mude de umas divisões para a outra da casa sem que ele tenha tempo de a seguir por todas elas.
13. Não o deixe tirar as meias.
14. Contrarie-o.
15. Não o ajude (mesmo) quando ele pediu especificamente para não o ajudar, e deixe-o preso nas suas próprias camisola ou cuecas.


Obrigada pela partilha MP. 
É que é tão isto! E ainda muitas outras que poderia acrescentar!

11 de abril de 2014

Marcado.

Ou, poderia dizer, mordido.

O A. trouxe hoje a sua primeira "marca" na mão.
Uma mordidela que mete dó.

Se estava avisada que iria acontecer? Sim.
Se estava à espera que acontecesse? Sim.
Se estava preparada? Não. 

Faz parte, eu sei. 
E, se calhar, um dia faz ele a outro (espero mesmo MUITO que não!).
Mas, mesmo assim, custa um bocadinho.

O meu pequenino a saber o que custa a vida, às suas custas.

E sim, meu amor, somos muitas vezes mordidos, ainda que muitas vezes sem se verem os dentes de quem nos morde. 
 


12 de março de 2014

o melhor do meu dia*# 8

De manhã quando acordei o meu filho, e ele viu a roupa que lhe tinha preparado para vestir reparou de imediato nas sapatilhas que estavam estrategicamente colocadas ao lado (eu "doseio" o uso de sapatilhas ao A., mas isso é assunto de outro post), e diz-me:

"mamã, as patilhas pá escoua?" 

(ao qual respondi afirmativamente, e ele me diz:)

"obigada, minha mamã!" 

Tão fácil fazê-lo feliz! Tão simples. Confesso que até me apareceu uma lagrimeta. 

 

11 de março de 2014

Havia de chegar o dia.

Eu sei que sim, mas NUNCA pensei que fosse tão cedo. Confesso!

Pequeno A acha que é um profundo conhecedor de modas e vai daí acha espetacular decidir o quer ou não vestir! (what??)

E claro que eu não me estaria aqui a queixar se quisesse vestir o que eu GOSTO MUITO! 
Decidiu que não gosta de jardineiras (e eu adooooro vê-lo de jardineiras) e chora, chora e chora se TENTO vesti-las!

Já travamos algumas lutas em que medimos forças (e escusado será dizer que ele ganhou pelo força do seu choro que me tolda a paciência e o discernimento!).

Onde é que isto vai parar, minha gente?! Ele tem 2 anos e meio! Já decide o que vestir?!?! Que vai querer decidir com 5 anos? O que eu visto?!?

Claro que eu sou uma teimosa de primeira e não me vou dar por vencida logo nas primeiras 4 ou 5 batalhas! Ainda vou tentar mais, vou tentar comprá-lo convencê-lo mais umas quantas vezes... Tenho fé que isto vai mudar! 

É que vem aí o Verão e se há coisa com que gosto de o ver é com jardineiras-calção, e calções de peitilho...
Há por aí umas dicas daquelas muito boas para o tornar a convencer que a mamã é que tem muito bom gosto e pode vestir-lhe tudo que gosta?!? (vale tudo!).

Não me tirem este prazer já! Ainda não estou preparada...

25 de fevereiro de 2014

bebé.

Um dia destes Pequeno A. disse-me "quêo sê bebé". E deita-se no meu colo para o embalar.

(!?!?)

Mas quem é que lhe disse que ele não era bebé.
É o meu bebé! Será sempre o meu bebé! Mesmo quando já não couber no meu colo (começa a ser já apertado).

Ai, que eu adoro vê-lo crescer, adoro esta fase super gira e muuuuuito trabalhosa mas tenho tantas saudades do meu bebé.

20 de fevereiro de 2014

Qualquer dia pede a chave do carro.

Ou como o tempo passa depressa demais.

Pequeno A. chegou a casa com o seu primeiro convite para uma festa de aniversário.
Festa de um amigo. 
Não filho de uns amigos dos pais. Amigo, dele! Ora pois, do seu círculo social.

Depois de refeita do susto da surpresa questionei se Sr. Pequeno A. estava interessado em comparecer à festa do seu amigo (uma vez que tínhamos que cortar o destacável e enviar a resposta) ao qual anuiu de imediato.

E assim começa tudo! Nomeadamente a vida social (como indivíduo separado de seus pais) de Pequeno A. 

E eu concluo, estamos feitos!


19 de fevereiro de 2014

havia de chegar o dia. [ou o melhor do meu dia, do meu mês, da minha vida]

que o meu Pequeno A., com as suas mãos sapudinhas, me agarraria no rosto e com o olhar e a voz mais doce do Mundo me diria

"gosto de ti, mamã"

Ontem foi o dia. 
E fez-me a mamã mais feliz do Mundo.
O meu Pequeno A.

(escusado será descrever o histerismo de palavras, beijos, abraços e estrafeganços com que o presenteei a seguir).

18 de fevereiro de 2014

eu que nunca tive jeito para o negócio.

Agora passo a vida a negociar (ou a tentar, vá) com o meu filho.

Tenho que negociar tudo. 
Tudo é um drama! Não quer nada, ou quer tudo aquilo que não se pretende.

Convencer (arrastá-lo em pranto) para tomar banho. 
Convencer (arranca-lo em pranto) para sair do banho.

Fazer-lhe a vontade de o levar aos avós e depois chegar lá e não me sair do colo (em prantos) porque tem vergonha (?!).
Quando a chega a hora de vir embora é o fim do mundo porque não quer vir.

Quer brincar a alguma coisa e choraminga (pranto novamente) até eu ceder.
Já não quer aquela brincadeira para nada ( e faz um pranto se o convenço a continuar).

Pede para comer pão com "quejo".
Para logo a seguir dizer "não! pão com fiambe". 
Afinal é "só quejo". 
Ah! "e fiambe".

E eu passo o tempo a convencê-lo de alguma coisa. 
Enquanto desespero. E depois me culpo por desesperar.

E depois, enquanto dorme, vou espreitá-lo e "pedir-lhe desculpa" por não ser mais paciente e por eu não ser melhor.
E vou para a cama com aquela sensação (e certeza) que educar é difícil. Tão difícil... E eu ainda não sei nada!




13 de fevereiro de 2014

fazer de conta.






de o ver brincar ao faz de conta.
adoro vê-lo fazer de conta.

fazer de conta que nos serve um cabadê (café), ou tinha (leite) enquanto faz shhhh que supostamente é o barulho que o líquido faz ao cair na chávena.

fazer de conta que cozinha uma refeição para nós, improvisando um fogão numa cadeira.

fazer de conta que nozes são óbu (ovos).

fazer de conta que o ipod é um telefone e encosta-o à orelha e diz (de enfiada) "tô xim. oá. xau".

adoro esta simplicidade das coisas. 
adoro olhar para ele e ver que o que o faz feliz é tão simples.


5 de fevereiro de 2014

Espero que cumpra.


Diz que é mágica.

Diz que apaga todos os riscos e rabiscos que tenho nas paredes e móveis lá de casa, (coisas de artista pequeno).
Diz que basta molhar em água e limpar no local 

Digo-vos que vou comprar e experimentar.

Conto-vos se cumpre!


30 de janeiro de 2014

Quié ito!

Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? 

Pergunta preferida do meu filho hoje em dia.
Em modo repeat. 

23 de janeiro de 2014

o Ruca!


Pequeno A. na hora do Ruca.


Pequeno A. Nunca ligou nada à televisão. Nem Pokoyo, nem Uki, nem Baby First...Nada!
Gosta dos Caricas e das músicas deles. Um bocadinho da Xana Toc-Toc e da Sónia, mas não fica sentado a ver nenhum deles.

Milagrosamente e muito recentemente aprendeu a gostar do Ruca. E fica durante pouco tempo sentadinho e concentrado a ver o Ruca.

E o que eu gosto do Ruca! Que toma conta do meu pequeno diabrete durante uns bons 15 minutos!

(e a mãe do Ruca?!? Que paciência toda é aquela?!? Acho, como me disse a Princesa, que debaixo daquela gola tem que se esconder algo misterioso e muuuuito sinistro. Só pode!)


22 de janeiro de 2014

Beijinhos curadores!

Quem não sabe que beijo de mãe cura todos os dói-dóis?

Pequeno A. também já descobriu essa grande virtude de senhora sua mãe (e eu gosto tanto, mas tanto!).
E então, sempre que se magoa, ou dá uma turra, vem a  correr choroso pedir "bêixinho" à mamã, que é para passar muito rápido!

E a sua mãe anda completamente envaidecida com a potencialidade curativa que tem nos seus beijos. É que lhe passa (quase logo e quase sempre) a maleita. Acreditam?

23 de setembro de 2013

Palavras, para que vos quero #2

No seu vastíssimo leque de palavras pequeno A. acha espetacular chamar-me "Mánhi", e negar com um "Nãoiiiii", e requisitar o pai com um "Paíiiiii"!
 
Mas onde é que eles vão buscar estas coisas?!?

5 de setembro de 2013

Preciso que me prometam!

Que isto vai melhorar!

Estou a perder anos de vida com as entregas do meu filho na creche!
CREDO!

Começou na segunda feira e desde aí que isto só piora.

Se na segunda só começou a chorar quando me vim embora hoje começou a chorar ainda em casa.
Na creche tiveram que o arrancar tirar do meu colo, tal era a gritaria e o pranto! E eu quase a entrar em colapso e a ter um ataque de choro daqueles (escusado será dizer que fugi dali quase a tapar os ouvidos e de lágrimas a correr pela cara).

Eu sei que é pelo bem dele. Eu sei que só lhe faz bem. 
Eu sei que as rotinas, os limites, as regras, o socializar são importantes nesta fase da vida deles. Até porque os equilibra e os torna mais felizes, no futuro

Mas, raios, custa! Se custa! E dói. E massacra. E faz-nos pôr tudo em causa. E duvidar da certeza que tínhamos.

Valem-me a educadora e as auxiliares e todo o pessoal da instituição que são excelentes e transmitem-me muita confiança. E são tão carinhosas com ele (ele farta-se de dar beijinhos e abraços a todas antes de vir embora)...


4 de setembro de 2013

♥ 2 anos, meu amor





Hoje completas 2 anos, meu amor.

24 meses certinhos!

Fecha-se o ciclo do bebé (apesar de achar que nunca vou conseguir deixar de te ver como tal) e começa um novo ciclo, de menino.

E estás um menino tão bonito, tão doce, tão meigo! O meu menino!

Adoras os teus avós. Tens uma paixão tão grande por eles que é realmente bonito e admirável de ver.
Eles, escusado será dizer, adoram-te fazem tudo para te ver feliz.

E como eu adoro ver-te feliz! 

Adoro ouvir as tuas gargalhadas sonoras e sentidas. 

Adoro ver-te, deliciado, ter rasgos de euforia e dar-nos abraços apertados. Abraços colectivos! 
Sim, porque queres abraçar-nos a todos e então enches os teus braços com todos que consegues alcançar.

E, nestes pequenos gestos, reconheço-te tanta felicidade e isso basta-me. Saúde e felicidade, meu amor!

Ainda falas pouco, mas fazes-te entender muito bem! Eu, o papá e os avós conseguimos sempre (ou quase sempre) entender o que pretendes, no teu misto de linguagem.
E se te perguntarem como te chamas respondes "ComCom". (Será que é assim que o teu nome te soa?) E eu que não gosto nada de diminutivos derreto contigo a dizê-lo.

Este mês, esta semana mesmo, para além de completares 2 anos é um grande marco para ti por mais duas razões.
Iniciaste a tua vida na creche (falamos disso depois, que não está a ser propriamente bonito) e começaste a dormir na cama grande. O teu quarto de bebé passou a ser um quarto de menino ("abebezado", ainda, porque eu gosto assim, mas de menino maior!).

Cada dia que passa amo-te ainda mais. 
Tenho dias, momentos, que olho para ti e emociono-me (também há os dias que me apetece chorar de nervos, mas este texto é o NOSSO texto delicodoce!) de tão grande que é este amor.

Só quero que sejas feliz. Desejo isso mais que tudo, que sejas simplesmente feliz.

Amo-te daqui até ao infinito. Amo-te mais que infinito, meu amor.


4 de agosto de 2013

♥ 23 meses, meu amor






Muitos parabéns, meu amor.

A um mês de completares 2 anos estás um menino lindo e és o meu amor maior.

Obrigada por seres o meu bebé-menino.
Obrigada por me fazeres tão bem.

Amo-te até ao infinito. Amo-te mais que tudo.


4 de julho de 2013

♥ 22 meses, meu amor




Parabéns, meu príncipe.

22 meses de ti.
22 meses que mudaram tanto a minha, a nossa, vida.

amo-te.
amo-te mais que o infinito.

 

14 de junho de 2013

Palavras, para que vos quero #1

Pequeno A. é de poucas palavras. Ou melhor, poucas palavras que se entendam.

Pequeno A. ainda não fala quase nada. E quando diz alguma coisa é porque lhe apetece mesmo muito, e no momento que pedimos para repetir mais vale esquecer porque é como estar a falar para um boneco! (que feitio!!!)

As palavras que diz:

Mámá - Mamã

Pápá - Papá

Buuu - Avô

- Avó

Uba - Uva (agora também para as cerejas)

Ába - Água

Mau - Mickey (?!?)

Mau - Mão

Piê - Pé 

Nã - Não

Anda - Anda

- Olá 

E muito recentemente

Bãobão - Balão



E depois segue-se toda um conjunto de Bibis, Mimis, Patatas, ... que ninguém entende!
A, e claro, uma ciência de mímica fortemente desenvolvida por si próprio, que pode servir como base de uma tese de doutoramento (tinha tão menos trabalho se falasse!).

Esperam-se desenvolvimentos e actualizações desta rubrica.



Quem passa por cá