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29 de abril de 2014
15 coisas que irritam (mesmo) o seu filho de 2 anos e meio (ou porque é que ando tão desaparecida!)
A fase mais querida mas também mais desesperante nas crianças é, para mim, a dos dois/três anos. São um amor a explorar a fala, mas ainda muito trapalhões para se exprimirem; começam a experimentar a autonomia, mas querem sempre a mãe; não querem fazer nada que não lhes apeteça, e já têm técnica e manha suficiente para nos convencer pelo choro ou birra (vencer pelo cansaço). Fazem aquela carinha de gato da botas quando os repreendemos e, apanhando-se sozinhos destroem um quarto em minutos.
Sem que façamos de propósito, vamos descobrindo aos poucos coisas que os incomoda e irrita.
Como fazê-lo?
1. Toque primeiro que ele no botão do elevador, ou do interruptor. Aliás toque em qualquer botão primeiro que ele.
2. Abrace-o com muita força por mais de 30 segundos.
3. Sirva-lhe um prato de salada.
4. Não o deixe escolher qualquer coisa que quer escolher. Diga-lhe que é ao calhas.
5. Não lhes dê um olhos nos olhos quando está a usar a sanita pelas primeiras vezes
6. Não o deixar falar quando estiver ao telefone com alguém que ele conhece (Nem ficar com o telefone na orelha a rir a ouvir o que dizem do outro lado)
7. Depois de lhe tirar uma fotografia com o telemóvel, não o deixe ver.
8. Não o deixe por um penso no dedo sempre que achar que se magoou.
9. Não o deixe beber de todos os chafarizes de todos os parques ou praças do mundo.
10. Pegue num bebé ao colo.
11. Não o deixe fazer batota nos jogos de tabuleiro, ou jogar duas vezes de seguida se lhe apetecer.
12. Mude de umas divisões para a outra da casa sem que ele tenha tempo de a seguir por todas elas.
13. Não o deixe tirar as meias.
14. Contrarie-o.
15. Não o ajude (mesmo) quando ele pediu especificamente para não o ajudar, e deixe-o preso nas suas próprias camisola ou cuecas.
Obrigada pela partilha MP.
É que é tão isto! E ainda muitas outras que poderia acrescentar!
24 de fevereiro de 2014
mais vale estar calada!
É incrível!
Todas as vezes que digo, "o A. já está melhor!", ou "sim, tem-se aguentado!", ou ainda "Ah e tal a febre deu-nos tréguas e só anda entupido"...
PUMBA!
Febres altas, e começa tudo de novo! (round 1001 deste Inverno)
Foi o que aconteceu este fim de semana. Começamos o sábado com passeio bom, companhia boa, mas o A. muito apagado e branquinho.
O meu instinto dizia que algo não estava bem, mas achei que era apenas timidez e vergonha.
Nada disso, logo após o almoço começou o pico crescente de temperatura. Que acabou por nos levar ontem às urgências.
Foi um fim de semana infernal, de febre, pouco descanso, má disposição (minha).
Não deu para aproveitar o tão desejado sol, não deu para arejar, não deu para fazer nada.
E detesto começar assim uma semana, mais cansada do que estava na sexta, mais desanimada do que desejava.
A ver vamos se a coisa não piora melhora muito rapidamente.
18 de fevereiro de 2014
eu que nunca tive jeito para o negócio.
Agora passo a vida a negociar (ou a tentar, vá) com o meu filho.
Tenho que negociar tudo.
Tudo é um drama! Não quer nada, ou quer tudo aquilo que não se pretende.
Convencer (arrastá-lo em pranto) para tomar banho.
Convencer (arranca-lo em pranto) para sair do banho.
Fazer-lhe a vontade de o levar aos avós e depois chegar lá e não me sair do colo (em prantos) porque tem vergonha (?!).
Quando a chega a hora de vir embora é o fim do mundo porque não quer vir.
Quer brincar a alguma coisa e choraminga (pranto novamente) até eu ceder.
Já não quer aquela brincadeira para nada ( e faz um pranto se o convenço a continuar).
Pede para comer pão com "quejo".
Para logo a seguir dizer "não! pão com fiambe".
Afinal é "só quejo".
Ah! "e fiambe".
E eu passo o tempo a convencê-lo de alguma coisa.
Enquanto desespero. E depois me culpo por desesperar.
E depois, enquanto dorme, vou espreitá-lo e "pedir-lhe desculpa" por não ser mais paciente e por eu não ser melhor.
E vou para a cama com aquela sensação (e certeza) que educar é difícil. Tão difícil... E eu ainda não sei nada!
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5 de junho de 2013
Nem mais!
Hoje disseram-me esta frase:
"Não contes a tua vida a quem te conta a vida de toda a gente."
Não podia ser mais verdadeira. Não podia concordar mais.
(agora só é preciso lembrar-me disto, antes de contar o que quer que seja a algumas pessoas)
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6 de novembro de 2012
É para ontem!
E porque o João José não me saí da cabeça.
E porque soube agora que o Mano da Bia não é compatível com ela.
E porque não quero imaginar o que os pais destas crianças estão a passar.
E porque a vida por vezes é tão injusta.
E porque sou dadora de medula há alguns anos.
E porque o meu filho é dador de células estaminais para o banco público, e porque isso nunca foi uma opção mas uma certeza.
E porque adorava um dia poder ajudar a salvar a vida de alguém.
E porque não custa mesmo nada, toca a repassar a mensagem, e ir a um destes locais e tornar-se dador de medula óssea.
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22 de agosto de 2012
Maleitas do pós-gravidez
Sempre tive uma pele que se poderia classificar de boa.
Tanto do rosto como do corpo.
Nunca tive grandes problemas de secura ou oleosidade exageradas (nem durante a adolescência) e era raro aparecer uma borbulha. Ou seja, nunca me preocupei em demasia e com os cuidados mínimos conseguia ter uam pele hidratada e saudável.
Pois muito bem esses tempos foram-se.
Durante a gravidez a minha pele transformou-se e passou de princesa a bruxa má. Ainda pensei que a coisa melhorasse depois do bebé nascer mas a verdade é que a "revolta das hormonas" deixou esta grande maleita.
E assim, tenho a pele da cara completamente oleosa e aparecem-me borbulhas como se tivesse 13 anos e a do corpo seca como palha.
Estou farta de gastar dinheiro, farta de procurar soluções e nada da coisa melhorar.
Já mudei de hidratantes, já mudei de base, já mudei de exfoliante, já mudei de gel lavante e NADA!
Por isso, se alguém tiver uma solução fico-lhe eternamente grata.
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16 de março de 2012
Uma questão de números.
Trabalho 6h por dia.
Gostava de trabalhar apenas 4h por dia.
Precisava de trabalhar 20h por dia.
Eu não faço ideia de como vou conseguir pôr tudo, o que tenho que fazer, em dia.
E se continuar a ter 2 reuniões por dia (como tem sido) acho que nunca vou conseguir sequer organizar os mails.
Mas hoje é sexta-feira e eu estou ansiosa pelo fim de semana. Penso nos números segunda feira, novamente*
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24 de fevereiro de 2012
Se isto não pára,
eu vou ficar careca.
O meu cabelo continua a cair em manadas. Supostamente normal no pós-parto.
Eu pensei que me tinha livrado de tal sorte, pois até ao terceiro mês depois do A. nascer não me caía mais cabelo que o habitual. Mas a partir daí tem sido um descalabro! Não posso mexer no cabelo sem ficar com as mãos cheias de fios soltos,o chão da minha casa está sempre um caos (e todo o lado por onde passo).
Se isto não abranda ou pára fico mesmo careca.
Se isto não abranda ou pára fico mesmo careca.
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23 de fevereiro de 2012
Dormir*
Pequeno A. não gosta de dormir.
Pequeno A. combate o sono de uma forma hercúlea. De uma forma que nunca suspeitei ser possível.
Pequeno A. não faz sestas durante o dia. Consegue passar uma manhã inteira e uma tarde inteira sem dormir um único segundo. E quando conseguimos que adormeça fica satisfeito com 10 minutos de sono.
Pequeno A. faz birras enormes porque está desesperado de sono, mas não quer dormir.
Pequeno A. começou a ficar na avó ontem porque a mãe tem que trabalhar. A mãe quer muito que ele aprenda a estar sossegado e deixe a avó fazer mais alguma coisa para além de conversar e brincar com ele.
Pequeno A. só quer brincadeira, colo, passeio, conversa, mimos, e muita atenção.
Pequeno A. tem que aprender a confortar-se e a entreter-se. E a mãe não sabe mais o que fazer para o ajudar neste processo.
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10 de fevereiro de 2012
Essa praga
Este ano deve haver uma praga de borboto que se instalou cá em casa.
Nunca vi tanto borboto junto... Na minha roupa, na do meu marido e principalmente na do A.
Tenho que arranjar (urgentemente) uma maquineta que me ajude a livrar desta praga. Ou pelo menos a minimizar os efeitos da mesma.
É que é mesmo enervante.
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selo
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surpresa boa
tanta dúvida
trabalho
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