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8 de julho de 2014

a pressa. o tempo. essa coisa rara que é tempo...




E como esta música é tão verdadeira.
Como é tão isto.

9 de maio de 2014

Essa maravilha que é o desfralde.




Pequeno A. iniciou o desfralde no dia 3, passado sábado.
E posso-vos dizer que realmente é L I N D O!

Pequeno A não pede para fazer as suas necessidades. Vai fazendo (às vezes) quando o vou pondo na sanita de hora em hora.

Depois acontece isto:

Pequeno A: " mamã, mamãaaaaaaaa  está no chão!"

Eu: " O que é que está no chão?"

Pequeno A, enquanto aponta para o chão: " Isto, mamã. O xixi! .... Mas não faz mal, fica assim!"

E, todo encharcado, senta-se novamente a brincar.

Como vos digo. B O N I T O!



11 de abril de 2014

Marcado.

Ou, poderia dizer, mordido.

O A. trouxe hoje a sua primeira "marca" na mão.
Uma mordidela que mete dó.

Se estava avisada que iria acontecer? Sim.
Se estava à espera que acontecesse? Sim.
Se estava preparada? Não. 

Faz parte, eu sei. 
E, se calhar, um dia faz ele a outro (espero mesmo MUITO que não!).
Mas, mesmo assim, custa um bocadinho.

O meu pequenino a saber o que custa a vida, às suas custas.

E sim, meu amor, somos muitas vezes mordidos, ainda que muitas vezes sem se verem os dentes de quem nos morde. 
 


19 de março de 2014

Feliz dia, papá!

Para o(s) melhor(es) Pai(s) do Mundo!
Os nossos, meu e do Pequeno A.

Um beijo ENORME!

Amamos-vos daqui até à lua, e o caminho de volta.

 

12 de março de 2014

o melhor do meu dia*# 8

De manhã quando acordei o meu filho, e ele viu a roupa que lhe tinha preparado para vestir reparou de imediato nas sapatilhas que estavam estrategicamente colocadas ao lado (eu "doseio" o uso de sapatilhas ao A., mas isso é assunto de outro post), e diz-me:

"mamã, as patilhas pá escoua?" 

(ao qual respondi afirmativamente, e ele me diz:)

"obigada, minha mamã!" 

Tão fácil fazê-lo feliz! Tão simples. Confesso que até me apareceu uma lagrimeta. 

 

11 de março de 2014

Havia de chegar o dia.

Eu sei que sim, mas NUNCA pensei que fosse tão cedo. Confesso!

Pequeno A acha que é um profundo conhecedor de modas e vai daí acha espetacular decidir o quer ou não vestir! (what??)

E claro que eu não me estaria aqui a queixar se quisesse vestir o que eu GOSTO MUITO! 
Decidiu que não gosta de jardineiras (e eu adooooro vê-lo de jardineiras) e chora, chora e chora se TENTO vesti-las!

Já travamos algumas lutas em que medimos forças (e escusado será dizer que ele ganhou pelo força do seu choro que me tolda a paciência e o discernimento!).

Onde é que isto vai parar, minha gente?! Ele tem 2 anos e meio! Já decide o que vestir?!?! Que vai querer decidir com 5 anos? O que eu visto?!?

Claro que eu sou uma teimosa de primeira e não me vou dar por vencida logo nas primeiras 4 ou 5 batalhas! Ainda vou tentar mais, vou tentar comprá-lo convencê-lo mais umas quantas vezes... Tenho fé que isto vai mudar! 

É que vem aí o Verão e se há coisa com que gosto de o ver é com jardineiras-calção, e calções de peitilho...
Há por aí umas dicas daquelas muito boas para o tornar a convencer que a mamã é que tem muito bom gosto e pode vestir-lhe tudo que gosta?!? (vale tudo!).

Não me tirem este prazer já! Ainda não estou preparada...

20 de fevereiro de 2014

Qualquer dia pede a chave do carro.

Ou como o tempo passa depressa demais.

Pequeno A. chegou a casa com o seu primeiro convite para uma festa de aniversário.
Festa de um amigo. 
Não filho de uns amigos dos pais. Amigo, dele! Ora pois, do seu círculo social.

Depois de refeita do susto da surpresa questionei se Sr. Pequeno A. estava interessado em comparecer à festa do seu amigo (uma vez que tínhamos que cortar o destacável e enviar a resposta) ao qual anuiu de imediato.

E assim começa tudo! Nomeadamente a vida social (como indivíduo separado de seus pais) de Pequeno A. 

E eu concluo, estamos feitos!


19 de fevereiro de 2014

havia de chegar o dia. [ou o melhor do meu dia, do meu mês, da minha vida]

que o meu Pequeno A., com as suas mãos sapudinhas, me agarraria no rosto e com o olhar e a voz mais doce do Mundo me diria

"gosto de ti, mamã"

Ontem foi o dia. 
E fez-me a mamã mais feliz do Mundo.
O meu Pequeno A.

(escusado será descrever o histerismo de palavras, beijos, abraços e estrafeganços com que o presenteei a seguir).

13 de fevereiro de 2014

fazer de conta.






de o ver brincar ao faz de conta.
adoro vê-lo fazer de conta.

fazer de conta que nos serve um cabadê (café), ou tinha (leite) enquanto faz shhhh que supostamente é o barulho que o líquido faz ao cair na chávena.

fazer de conta que cozinha uma refeição para nós, improvisando um fogão numa cadeira.

fazer de conta que nozes são óbu (ovos).

fazer de conta que o ipod é um telefone e encosta-o à orelha e diz (de enfiada) "tô xim. oá. xau".

adoro esta simplicidade das coisas. 
adoro olhar para ele e ver que o que o faz feliz é tão simples.


7 de fevereiro de 2014

o melhor do dia.* #5 [de ontem]

Chegar a casa cheia de frio [no corpo e na alma], e meter-me na banheira. Ter o meu Pequeno A. a "velar-me" o banho e convidá-lo a fazer-me companhia.

Ele, tão feliz, diz logo que sim. A pressa que o dispam para vir ter com a mamã.

E ficamos os dois ali. Com água quente. Com o calor do nosso amor. 
Lavar os nossos corpos e, acima de tudo, lavar a minha alma.



5 de fevereiro de 2014

Espero que cumpra.


Diz que é mágica.

Diz que apaga todos os riscos e rabiscos que tenho nas paredes e móveis lá de casa, (coisas de artista pequeno).
Diz que basta molhar em água e limpar no local 

Digo-vos que vou comprar e experimentar.

Conto-vos se cumpre!


3 de fevereiro de 2014

o melhor do meu dia. #4 [modo fim de semana]





os nossos momentos.

os momentos que passamos a três.

passear. 

sermos nós.

há dias.


Há dias em que tudo parece mais difícil.
Há dias em que a vida nos parece mais cinzenta.
Há dias em que as forças parecem escassear.
Há dias em que só me apetece estar sozinha e pensar.
Há dias em que a caixa de reservas parece mais vazia e sem sentido.

Há dias em que não queria ver as minhas pessoas sofrer. 
Há dias em que queria ter a solução para as ajudar. Ou as palavras certas a dizer. Ou então uma bola de cristal que me permitisse ver o futuro e qual o caminho a seguir.

Há dias em que eu queria, queria mesmo muito, que tudo fosse mais fácil (pelo menos uma vez).

Há dias assim, eu sei.

Mas acima de tudo, há dias que temos (ainda) mais a certeza do que realmente importa.
E o que me importa é estarmos bem, a minha pequena-grande família, estarmos felizes, estarmos juntos e unidos.

E saber o quanto nos amamos. 

E isso, todos os dias, é o que me move.

30 de janeiro de 2014

Quié ito!

Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? 

Pergunta preferida do meu filho hoje em dia.
Em modo repeat. 

28 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia* #1 [de vários dias]

Abraço de família.

O A. adora dar "abraços de grupo". A alegria que ele sente por nos poder abraçar (a mim e ao pai) em conjunto. E a felicidade que aquele contacto me dá.

Ficamos os três ali naquele namoro de um abraço.

Esse momento é muitas vezes o melhor do meu dia.

27 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia. [o início]








Cada vez mais, me, fazia sentido aderir a este desafio que a Catarina e a Ana iniciaram.

Pensava "e se?!", mas fui adiando a decisão. Até agora.
Decidi que agora tinha mesmo que ser.

Era o empurrão que me faltava para pensar e dar valor ao que realmente importa. Para valorizar as pequenas grandes coisas na minha vida.
Chegou o momento. 

Escrevi o mail e, acima de tudo, desafiei-me a mim própria a fazer este exercício.

Que venham muitos dias bons. Que eu os saiba apreciar e dar valor.

Que eu seja mais feliz com esta minha nova postura. É só isso que pretendo.

 


23 de janeiro de 2014

o Ruca!


Pequeno A. na hora do Ruca.


Pequeno A. Nunca ligou nada à televisão. Nem Pokoyo, nem Uki, nem Baby First...Nada!
Gosta dos Caricas e das músicas deles. Um bocadinho da Xana Toc-Toc e da Sónia, mas não fica sentado a ver nenhum deles.

Milagrosamente e muito recentemente aprendeu a gostar do Ruca. E fica durante pouco tempo sentadinho e concentrado a ver o Ruca.

E o que eu gosto do Ruca! Que toma conta do meu pequeno diabrete durante uns bons 15 minutos!

(e a mãe do Ruca?!? Que paciência toda é aquela?!? Acho, como me disse a Princesa, que debaixo daquela gola tem que se esconder algo misterioso e muuuuito sinistro. Só pode!)


22 de janeiro de 2014

Beijinhos curadores!

Quem não sabe que beijo de mãe cura todos os dói-dóis?

Pequeno A. também já descobriu essa grande virtude de senhora sua mãe (e eu gosto tanto, mas tanto!).
E então, sempre que se magoa, ou dá uma turra, vem a  correr choroso pedir "bêixinho" à mamã, que é para passar muito rápido!

E a sua mãe anda completamente envaidecida com a potencialidade curativa que tem nos seus beijos. É que lhe passa (quase logo e quase sempre) a maleita. Acreditam?

20 de janeiro de 2014

O melhor dos meus dias. O melhor da minha vida. Todos os dias.

Tenho pensado muito nisto.
No melhor dos meus dias. No melhor da minha vida.

A nossa vida não tem sido propriamente fácil nestes dois últimos anos. 
A vida da minha família. 

Temos levado alguns abanões fortes. Uns atrás de outros. 
Quando parece que algo se vai resolver, tudo se complica novamente e em vez de um passo em frente damos 4 para trás. 

Como quando há a oportunidade de uma entrevista de emprego, e tudo corre da melhor forma, o cargo a concurso fica suspenso por tempo indeterminado devido a uma reestruturação da empresa. 
Ou como quando surge outra oportunidade de fazer um trabalho (a custo zero, mas que demora meses, que implica muita dedicação, algumas despesas, e onde se deposita muuuuuuita esperança) para iniciar um projeto novo e fica reduzido a nada porque existem outros interesses que não "incluem" realmente trabalho.
Ou como quando tanta gente amiga desaparece da nossa vida. É tão mais simples ser amigo de quem está bem, de quem tem a vida perfeita. É tão mais fácil. Oh, se é!

Tem sido bastante difícil encarar tudo com otimismo e força de vontade.
Há dias melhores, outros nem por isso.

Sempre fui uma pessoa cautelosa (para não dizer pessimista), sempre tive tendência para ver o copo meio vazio. 
Nestes últimos tempos tento sempre (e tento com muita força, mesmo) ver o lado positivo das coisas. Tento tirar uma lição mesmo das situações mais complicadas.

E, asseguro, que é muito difícil para mim.
Mas tenho treinado muito para conseguir atingir esse objetivo. Ao fim do dia, ao fim da semana, ao fim do mês e até no balanço de um ano inteiro.

O objetivo é, acima de tudo, dar importância ao que realmente importa. Valorizar as pequenas coisas. Ter mais tempo para mim e para quem amo.

Estou determinada a cumpri-lo. Tenho que o fazer! 
É imperativo para mim, para a minha saúde mental e física e para a felicidade da minha família. 
Aquilo que mais me importa!

Como tal, eu que não sou nada pessoa de fazer resoluções de ano novo, decidi que 2014 vai ser o ano de dar este passo. De palmilhar este caminho, que estou certa, me (nos) levará a uma vida mais feliz e mais plena.
E centrar-me, sempre, no que realmente importa. 


O melhor dos meus dias. O melhor da minha vida. Todos os dias.


Quem passa por cá