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29 de maio de 2014

A sério!

Se amanhã não está sol eu monto a árvore de Natal e ponho os três Reis Magos a caminho.
O Natal de certeza que está aí à porta!

Alguém ajuste, por favor, a medicação do S. Pedro! Já ninguém aguenta esta bipolaridade!


29 de abril de 2014

15 coisas que irritam (mesmo) o seu filho de 2 anos e meio (ou porque é que ando tão desaparecida!)



A fase mais querida mas também mais desesperante nas crianças é, para mim, a dos dois/três anos. São um amor a explorar a fala, mas ainda muito trapalhões para se exprimirem; começam a experimentar a autonomia, mas querem sempre a mãe; não querem fazer nada que não lhes apeteça, e  já têm técnica e manha suficiente para nos convencer pelo choro ou birra (vencer pelo cansaço). Fazem aquela carinha de gato da botas quando os repreendemos e, apanhando-se sozinhos destroem um quarto em minutos.
Sem que façamos de propósito, vamos descobrindo aos poucos coisas que os incomoda e irrita.
Como fazê-lo?

1. Toque primeiro que ele no botão do elevador, ou do interruptor. Aliás toque em qualquer botão primeiro que ele.
2. Abrace-o com muita força por mais de 30 segundos.
3. Sirva-lhe um prato de salada.
4. Não o deixe escolher qualquer coisa que quer escolher. Diga-lhe que é ao calhas.
5. Não lhes dê um olhos nos olhos quando está a usar a sanita pelas primeiras vezes
6. Não o deixar falar quando estiver ao telefone com alguém que ele conhece (Nem ficar com o telefone na orelha a rir  a ouvir o que dizem do outro lado)
7. Depois de lhe tirar uma fotografia com o telemóvel, não o deixe ver.
8. Não o deixe por um penso no dedo sempre que achar que se magoou.
9. Não o deixe beber de todos os chafarizes de todos os parques ou praças do mundo.
10. Pegue num bebé ao colo.
11. Não o deixe fazer batota nos jogos de tabuleiro, ou jogar duas vezes de seguida se lhe apetecer.
12. Mude de umas divisões para a outra da casa sem que ele tenha tempo de a seguir por todas elas.
13. Não o deixe tirar as meias.
14. Contrarie-o.
15. Não o ajude (mesmo) quando ele pediu especificamente para não o ajudar, e deixe-o preso nas suas próprias camisola ou cuecas.


Obrigada pela partilha MP. 
É que é tão isto! E ainda muitas outras que poderia acrescentar!

11 de março de 2014

Havia de chegar o dia.

Eu sei que sim, mas NUNCA pensei que fosse tão cedo. Confesso!

Pequeno A acha que é um profundo conhecedor de modas e vai daí acha espetacular decidir o quer ou não vestir! (what??)

E claro que eu não me estaria aqui a queixar se quisesse vestir o que eu GOSTO MUITO! 
Decidiu que não gosta de jardineiras (e eu adooooro vê-lo de jardineiras) e chora, chora e chora se TENTO vesti-las!

Já travamos algumas lutas em que medimos forças (e escusado será dizer que ele ganhou pelo força do seu choro que me tolda a paciência e o discernimento!).

Onde é que isto vai parar, minha gente?! Ele tem 2 anos e meio! Já decide o que vestir?!?! Que vai querer decidir com 5 anos? O que eu visto?!?

Claro que eu sou uma teimosa de primeira e não me vou dar por vencida logo nas primeiras 4 ou 5 batalhas! Ainda vou tentar mais, vou tentar comprá-lo convencê-lo mais umas quantas vezes... Tenho fé que isto vai mudar! 

É que vem aí o Verão e se há coisa com que gosto de o ver é com jardineiras-calção, e calções de peitilho...
Há por aí umas dicas daquelas muito boas para o tornar a convencer que a mamã é que tem muito bom gosto e pode vestir-lhe tudo que gosta?!? (vale tudo!).

Não me tirem este prazer já! Ainda não estou preparada...

6 de março de 2014

São coisas que (me) acontecem #3

Tenho uma unha que tem vontade própria.
Uma!

É incrível, mesmo!
E decidiu que não quer estar pintada, vai daí, toca de "sacudir" o verniz inteirinho, de cada vez que a pinto!

Digno de ser estudado!


21 de fevereiro de 2014

grrrrr. sono, muito sono.

Sabem aquela fantástica sensação de acordar a achar que já estamos atrasados para ir trabalhar e depois "descobrimos" que é fim de semana e não temos horários?

Pois! Bom, não é? 
Hoje aconteceu-me exactamente o contrário!

E comecei assim o dia. Muito bom, não é?

17 de fevereiro de 2014

pronto, pronto... já chega!

Foi o pensamento do S. Pedro, ontem ao fim do dia.

Depois de um jejum, de 2 meses, de sol um dia já é mais que suficiente!

Voltem às vossas vidinhas cheia de chuva (que acompanha melhor uma crise) e nada de laurear a pevide acompanhados pelo sol.

Aiiiii! Que tempo é este, novamente?!?

4 de fevereiro de 2014

As mil e uma razões que me fazem adorar o verão. #1

[e detestar o inverno, em especial a chuva]

São mesmo mais que muitas. 
Eu gosto é de calor e de sol. De praia e de parque. De mangas curtas e sandálias.

Mas fora todas estas razões que não me canso de dizer, e que são mais ou menos expectáveis, existem umas quantas que, embora menos previsíveis, são também fortes motivos para gostar mesmo do verão em detrimento do inverno.

Sempre que me lembre enumerarei algumas delas. Aqui vai a primeira.


No Verão não temos os vidros e os espelhos retrovisores embaciados, às 8h da manhã, quando queremos ser muito rápidos a seguir o caminho, e não esperar 15 minutos para que se "auto limpem" (ou limpar manualmente com os lencinhos de papel).

E passar por tudo outra vez quando queremos ser ainda mais rápidos para regressar a casa no fim do dia.

31 de janeiro de 2014

o melhor do meu dia* #3 [de ontem]

quando me disseram,

"tu constróis o mastro, no final vêm alguém e pendura a bandeira"


E, apesar de estranho, foi o melhor do meu dia. Foi alguém que, mesmo sem esse objetivo concreto, me valorizou. Foi capaz de valorizar o meu trabalho.  
E, isso, fez o meu dia.




(porque febre, vómitos e choro não foram definitivamente o melhor do meu dia.)
 

30 de janeiro de 2014

Quié ito!

Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? Quié ito? 

Pergunta preferida do meu filho hoje em dia.
Em modo repeat. 

29 de janeiro de 2014

O que Distingue um Amigo Verdadeiro [pelo MEC]


Não se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas. Ou melhor: amigo. A preocupação da alma e a ocupação do espaço, o tempo que se pode passar e a atenção que se pode dar — todas estas coisas são finitas e têm de ser partilhadas. Não chegam para mais de um, dois, três, quatro, cinco amigos. É preciso saber partilhar o que temos com eles e não se pode dividir uma coisa já de si pequena (nós) por muitas pessoas.

Os amigos, como acontece com os amantes, também têm de ser escolhidos. Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade. O que é bom sai caro. A tendência automática é para ter um máximo de amigos ou mesmo ser amigo de toda a gente. Trata-se de uma espécie de promiscuidade, para não dizer a pior. Não se pode ser amigo de todas as pessoas de que se gosta. Às vezes, para se ser amigo de alguém, chega a ser preciso ser-se inimigo de quem se gosta.

Em Portugal, a amizade leva-se a sério e pratica-se bem. É uma coisa à qual se dedica tempo, nervosismo, exaltação. A amizade é vista, e é verdade, como o único sentimento indispensável. No entanto, existe uma mentalidade Speedy González, toda «Hey gringo, my friend», que vê em cada ser humano um «amigo». Todos conhecemos o gênero — é o «gajo porreiro», que se «dá bem com toda a gente». E o «amigalhaço». E tem, naturalmente, dezenas de amigos e de amigas, centenas de amiguinhos, camaradas, compinchas, cúmplices, correligionários, colegas e outras coisas começadas por c. 

Os amigalhaços são mais detestáveis que os piores inimigos. Os nossos inimigos, ao menos, não nos traem. Odeiam-nos lealmente. Mas um amigalhaço, que é amigo de muitos pares de inimigos e passa o tempo a tentar conciliar posições e personalidades irreconciliáveis, é sempre um traidor. Para mais, pífio e arrependido. Para se ser um bom amigo, têm de herdar-se, de coração inteiro, os amigos e os inimigos da outra pessoa. E fácil estar sempre do lado de quem se julga ter razão. O que distingue um amigo verdadeiro é ser capaz de estar ao nosso lado quando nós não temos razão. O amigalhaço, em contrapartida, é o modelo mais mole e vira-casacas da moderação. Diz: «Eu sou muito amigo dele, mas tenho de reconhecer que ele é um sacana.» Como se pode ser amigo de um sacana? Os amigos são, por definição, as melhores pessoas do mundo, as mais interessantes e as mais geniais. Os amigos não podem ser maus. A lealdade é a qualidade mais importante de uma amizade. E claro que é difícil ser inteiramente leal, mas tem de se ser. 

 
Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'

22 de janeiro de 2014

Beijinhos curadores!

Quem não sabe que beijo de mãe cura todos os dói-dóis?

Pequeno A. também já descobriu essa grande virtude de senhora sua mãe (e eu gosto tanto, mas tanto!).
E então, sempre que se magoa, ou dá uma turra, vem a  correr choroso pedir "bêixinho" à mamã, que é para passar muito rápido!

E a sua mãe anda completamente envaidecida com a potencialidade curativa que tem nos seus beijos. É que lhe passa (quase logo e quase sempre) a maleita. Acreditam?

20 de janeiro de 2014

O melhor dos meus dias. O melhor da minha vida. Todos os dias.

Tenho pensado muito nisto.
No melhor dos meus dias. No melhor da minha vida.

A nossa vida não tem sido propriamente fácil nestes dois últimos anos. 
A vida da minha família. 

Temos levado alguns abanões fortes. Uns atrás de outros. 
Quando parece que algo se vai resolver, tudo se complica novamente e em vez de um passo em frente damos 4 para trás. 

Como quando há a oportunidade de uma entrevista de emprego, e tudo corre da melhor forma, o cargo a concurso fica suspenso por tempo indeterminado devido a uma reestruturação da empresa. 
Ou como quando surge outra oportunidade de fazer um trabalho (a custo zero, mas que demora meses, que implica muita dedicação, algumas despesas, e onde se deposita muuuuuuita esperança) para iniciar um projeto novo e fica reduzido a nada porque existem outros interesses que não "incluem" realmente trabalho.
Ou como quando tanta gente amiga desaparece da nossa vida. É tão mais simples ser amigo de quem está bem, de quem tem a vida perfeita. É tão mais fácil. Oh, se é!

Tem sido bastante difícil encarar tudo com otimismo e força de vontade.
Há dias melhores, outros nem por isso.

Sempre fui uma pessoa cautelosa (para não dizer pessimista), sempre tive tendência para ver o copo meio vazio. 
Nestes últimos tempos tento sempre (e tento com muita força, mesmo) ver o lado positivo das coisas. Tento tirar uma lição mesmo das situações mais complicadas.

E, asseguro, que é muito difícil para mim.
Mas tenho treinado muito para conseguir atingir esse objetivo. Ao fim do dia, ao fim da semana, ao fim do mês e até no balanço de um ano inteiro.

O objetivo é, acima de tudo, dar importância ao que realmente importa. Valorizar as pequenas coisas. Ter mais tempo para mim e para quem amo.

Estou determinada a cumpri-lo. Tenho que o fazer! 
É imperativo para mim, para a minha saúde mental e física e para a felicidade da minha família. 
Aquilo que mais me importa!

Como tal, eu que não sou nada pessoa de fazer resoluções de ano novo, decidi que 2014 vai ser o ano de dar este passo. De palmilhar este caminho, que estou certa, me (nos) levará a uma vida mais feliz e mais plena.
E centrar-me, sempre, no que realmente importa. 


O melhor dos meus dias. O melhor da minha vida. Todos os dias.


17 de janeiro de 2014

Tenho saudades tuas.

Tenho saudades tuas.

Hoje farias anos. Hoje cantaríamos os parabéns e tu feliz e emocionada dirias "se calhar para o ano já cá não estou". E nós riamos e dizíamos "estás cá sim. vais durar para sempre!"

A verdade é que já fez 15 anos que nos deixaste. 

Tenho saudades tuas.

Não eras uma mulher do teu tempo. Estavas muito à frente. Sabias sempre, mesmo no teu silêncio, dar a resposta certa.
Sabias fazer o avô achar que era ele que decidia tudo. Ele esteve sempre convencido que mandava, até.

Tenho saudades tuas.

Queria deitar-me ao teu lado e ouvir-te falar de tempos idos. De como a minha mãe era a típica filha mais nova e mais "arisca". Queria embonecar-te mais uma vez e que tu me dissesses "põem-me perfume. mas daquele que tu mais gostas".

Tenho saudades tuas.

Queria muito que tivesses conhecido o meu filho. Que o pegasses no teu colo. Que o beijasses e dissesses o quanto era bonito. Aos teus olhos seria o mais bonito. O meu filho.

Tenho saudades tuas.

Faz hoje 3 anos que descobri que estava grávida. E acho que descobrir neste dia não foi por acaso. Foi a tua forma de me dizeres que estás no meu coração e no dele. E que estarás sempre.

Tenho muitas saudades tuas, avó.



13 de janeiro de 2014

Bom Ano!




Podemos desejar Bom Ano até quando?
Até ao final de Janeiro? Até estarmos com a pessoa?

Até quando quisermos, suponho eu!

Já passou o meu aniversário, já passou o Natal e já passou a Passagem do Ano e eu sem cá vir desejar nada!
Não me esqueci, nem desisti. Mas precisei de mim e do meu recato.

De qualquer forma, Bom Ano! Que seja repleto de momentos doces. 

Que seja doce!

20 de novembro de 2013

eu tento. juro que tento.

Ser otimista.
Mas ligam-me agora da creche " O A. está cheio de febre! Já lhe demos ben-u-ron, mas tem 38.5ºC".

Cá vamos nós.


a vida engole-me.




Mas eu vou fazer como o A. faz com as pombas e vou correr atrás dela.
Se é para cá estar que seja para estar por bem.

Realmente a vida não tem sido fácil para a minha pequena família, realmente temos passado por situações bastante difíceis. Situações que nunca esperei passar, que nunca achei que nos atingissem a nós.

Como diz a minha mãe, que é sábia nestas coisas, haja saudinha. Haja muita saudinha e graça de Deus. Tudo o resto se resolverá.

Quem ficou e nos ajuda, nunca será esquecido. Nunca mesmo.
Quem partiu e achou que eramos um fardo, que siga o seu caminho.

A vida é assim mesmo, mas acredito que tudo tem um significado e uma razão de ser. Concerteza temos que aprender alguma coisa com isto. Espero que aprendamos e nos tornemos pessoas melhores.

Nem sempre é fácil vermos o lado bom da medalha, quando estamos tristes e desanimados não é fácil sermos sempre positivos. Garanto que não é.
Mas é importante termos esta tomada de consciência e é isso que aqui estou a fazer hoje.
Consciencializar-me que tenho que me encher de esperança, de optimismo para poder continuar a lutar.

Não posso desistir, nem baixar os braços. 
Nem por mim, nem pelo F., nem pelo A.. Tenho que continuar a ser forte e a rir.
Rir, para espantar tudo que de mau existe. Tudo e todos.



11 de outubro de 2013

sorte!

Precisamos de sorte.
Todos nós.
Hoje preciso eu.
Especialmente.

Torçam por mim. Desejem-me sorte!


30 de setembro de 2013

Só vos digo!


Provei isto, finalmente, este fim de semana.

MEU DEUS!

Comi-o de enfiada!

E para que me lembrei de comprar?!? Andava tão mais feliz (e menos anafada) na minha bendita ignorância.


25 de setembro de 2013

Aqui está ela!



Eu sou das que nunca tem saudades do tempo mais fresco e, muito menos, da chuva.

Para mim era sempre calor, muito calor, sol, dias compridos, roupa fresca, sandálias, praia, e mais sol!

O Outono já cá está. Ainda agora chegou e já trouxe a chuva.
Que venha sereno, que venha por bem! Ainda preciso precisamos de muito sol!


20 de setembro de 2013

Bom fim-de semana!




Como eu estou a precisar deste fim de semana.

Foi uma semana comprida e difícil.
Ainda me sinto completamente ligada à ficha de tanto stress, ansiedade e nervosismo.

Tem sido tempos muito conturbados e difíceis por aqui. O trabalho, em casa... Nada tem sido propriamente fácil.
O tempo, a disponibilidade, a disposição escasseiam.

Quero acreditar que as coisas vão melhorar. TEM que melhorar.

E sem dúvida, continuar a lembrar sempre, dar importância ao que realmente importa.

Bom fim de semana*

Quem passa por cá