fundo

8 de julho de 2014

a pressa. o tempo. essa coisa rara que é tempo...




E como esta música é tão verdadeira.
Como é tão isto.

29 de maio de 2014

A sério!

Se amanhã não está sol eu monto a árvore de Natal e ponho os três Reis Magos a caminho.
O Natal de certeza que está aí à porta!

Alguém ajuste, por favor, a medicação do S. Pedro! Já ninguém aguenta esta bipolaridade!


9 de maio de 2014

Essa maravilha que é o desfralde.




Pequeno A. iniciou o desfralde no dia 3, passado sábado.
E posso-vos dizer que realmente é L I N D O!

Pequeno A não pede para fazer as suas necessidades. Vai fazendo (às vezes) quando o vou pondo na sanita de hora em hora.

Depois acontece isto:

Pequeno A: " mamã, mamãaaaaaaaa  está no chão!"

Eu: " O que é que está no chão?"

Pequeno A, enquanto aponta para o chão: " Isto, mamã. O xixi! .... Mas não faz mal, fica assim!"

E, todo encharcado, senta-se novamente a brincar.

Como vos digo. B O N I T O!



29 de abril de 2014

15 coisas que irritam (mesmo) o seu filho de 2 anos e meio (ou porque é que ando tão desaparecida!)



A fase mais querida mas também mais desesperante nas crianças é, para mim, a dos dois/três anos. São um amor a explorar a fala, mas ainda muito trapalhões para se exprimirem; começam a experimentar a autonomia, mas querem sempre a mãe; não querem fazer nada que não lhes apeteça, e  já têm técnica e manha suficiente para nos convencer pelo choro ou birra (vencer pelo cansaço). Fazem aquela carinha de gato da botas quando os repreendemos e, apanhando-se sozinhos destroem um quarto em minutos.
Sem que façamos de propósito, vamos descobrindo aos poucos coisas que os incomoda e irrita.
Como fazê-lo?

1. Toque primeiro que ele no botão do elevador, ou do interruptor. Aliás toque em qualquer botão primeiro que ele.
2. Abrace-o com muita força por mais de 30 segundos.
3. Sirva-lhe um prato de salada.
4. Não o deixe escolher qualquer coisa que quer escolher. Diga-lhe que é ao calhas.
5. Não lhes dê um olhos nos olhos quando está a usar a sanita pelas primeiras vezes
6. Não o deixar falar quando estiver ao telefone com alguém que ele conhece (Nem ficar com o telefone na orelha a rir  a ouvir o que dizem do outro lado)
7. Depois de lhe tirar uma fotografia com o telemóvel, não o deixe ver.
8. Não o deixe por um penso no dedo sempre que achar que se magoou.
9. Não o deixe beber de todos os chafarizes de todos os parques ou praças do mundo.
10. Pegue num bebé ao colo.
11. Não o deixe fazer batota nos jogos de tabuleiro, ou jogar duas vezes de seguida se lhe apetecer.
12. Mude de umas divisões para a outra da casa sem que ele tenha tempo de a seguir por todas elas.
13. Não o deixe tirar as meias.
14. Contrarie-o.
15. Não o ajude (mesmo) quando ele pediu especificamente para não o ajudar, e deixe-o preso nas suas próprias camisola ou cuecas.


Obrigada pela partilha MP. 
É que é tão isto! E ainda muitas outras que poderia acrescentar!

11 de abril de 2014

Marcado.

Ou, poderia dizer, mordido.

O A. trouxe hoje a sua primeira "marca" na mão.
Uma mordidela que mete dó.

Se estava avisada que iria acontecer? Sim.
Se estava à espera que acontecesse? Sim.
Se estava preparada? Não. 

Faz parte, eu sei. 
E, se calhar, um dia faz ele a outro (espero mesmo MUITO que não!).
Mas, mesmo assim, custa um bocadinho.

O meu pequenino a saber o que custa a vida, às suas custas.

E sim, meu amor, somos muitas vezes mordidos, ainda que muitas vezes sem se verem os dentes de quem nos morde. 
 


9 de abril de 2014

A vida ensina.


 

Sim, ensina.
E se há coisa que me tem ensinado é que não existem tempos certos. Não existe o momento ideal...
Por mais que queiramos controlar as coisas no tempo certo ele não existe.

Ontem à noite recebi uma notícia que me congelou o cérebro.
A mãe de uma amiga morreu, vítima desse cabrão que é o cancro. Soube que estava doente há pouco mais que um mês, muito doente, sem grandes alternativas de tratamentos, sem esperança. Restavam-lhe cerca de 6 meses.
Não durou 6 meses, durou 1 mês.

Sinto tanto! 
Lamento tanto a falta que aquela mãe vai fazer aquela filha (minha amiga), aquela família toda.
Queria tanto ter sabido disto tudo antes de receber esta notícia terrível. Hoje sinto-me de rastos por não a ter podido acarinhar e consolar enquanto sofreu com este terrível diagnóstico da mãe.
Queria tanto saber o que lhe dizer numa horas destas. 
Queria tanto, tanto acalmar-lhe a dor.

A vida ensina-nos que não há tempo para maldade. 
Não há tempo para sermos maus uns com os outros. 

Não há tempo para nos distrairmos com as coisas que não interessam.

Um beijo enorme, querida MJ. Estou cá sempre que precisares de mim.
Sempre. 
Com todo o tempo do mundo.

Com todo o tempo da vida. 
Porque a vida me ensina o que realmente vale a pena.





19 de março de 2014

Feliz dia, papá!

Para o(s) melhor(es) Pai(s) do Mundo!
Os nossos, meu e do Pequeno A.

Um beijo ENORME!

Amamos-vos daqui até à lua, e o caminho de volta.

 

12 de março de 2014

o melhor do meu dia*# 8

De manhã quando acordei o meu filho, e ele viu a roupa que lhe tinha preparado para vestir reparou de imediato nas sapatilhas que estavam estrategicamente colocadas ao lado (eu "doseio" o uso de sapatilhas ao A., mas isso é assunto de outro post), e diz-me:

"mamã, as patilhas pá escoua?" 

(ao qual respondi afirmativamente, e ele me diz:)

"obigada, minha mamã!" 

Tão fácil fazê-lo feliz! Tão simples. Confesso que até me apareceu uma lagrimeta. 

 

11 de março de 2014

Havia de chegar o dia.

Eu sei que sim, mas NUNCA pensei que fosse tão cedo. Confesso!

Pequeno A acha que é um profundo conhecedor de modas e vai daí acha espetacular decidir o quer ou não vestir! (what??)

E claro que eu não me estaria aqui a queixar se quisesse vestir o que eu GOSTO MUITO! 
Decidiu que não gosta de jardineiras (e eu adooooro vê-lo de jardineiras) e chora, chora e chora se TENTO vesti-las!

Já travamos algumas lutas em que medimos forças (e escusado será dizer que ele ganhou pelo força do seu choro que me tolda a paciência e o discernimento!).

Onde é que isto vai parar, minha gente?! Ele tem 2 anos e meio! Já decide o que vestir?!?! Que vai querer decidir com 5 anos? O que eu visto?!?

Claro que eu sou uma teimosa de primeira e não me vou dar por vencida logo nas primeiras 4 ou 5 batalhas! Ainda vou tentar mais, vou tentar comprá-lo convencê-lo mais umas quantas vezes... Tenho fé que isto vai mudar! 

É que vem aí o Verão e se há coisa com que gosto de o ver é com jardineiras-calção, e calções de peitilho...
Há por aí umas dicas daquelas muito boas para o tornar a convencer que a mamã é que tem muito bom gosto e pode vestir-lhe tudo que gosta?!? (vale tudo!).

Não me tirem este prazer já! Ainda não estou preparada...

6 de março de 2014

São coisas que (me) acontecem #3

Tenho uma unha que tem vontade própria.
Uma!

É incrível, mesmo!
E decidiu que não quer estar pintada, vai daí, toca de "sacudir" o verniz inteirinho, de cada vez que a pinto!

Digno de ser estudado!


26 de fevereiro de 2014

Onde me apetecia estar hoje?

Aqui:



Garanto que fazia a purga de tudo. 
Esquecer trabalho, cansaço, frio, chuva, doenças, e todas as -ites...

Dançar, dançar, dançar! Sem pensar em absolutamente nada, nem ninguém! 

Só dançar!
(e perder algum peso, que tanto salto tinha que resultar alguma coisinha!)


25 de fevereiro de 2014

bebé.

Um dia destes Pequeno A. disse-me "quêo sê bebé". E deita-se no meu colo para o embalar.

(!?!?)

Mas quem é que lhe disse que ele não era bebé.
É o meu bebé! Será sempre o meu bebé! Mesmo quando já não couber no meu colo (começa a ser já apertado).

Ai, que eu adoro vê-lo crescer, adoro esta fase super gira e muuuuuito trabalhosa mas tenho tantas saudades do meu bebé.

24 de fevereiro de 2014

mais vale estar calada!




É incrível! 
Todas as vezes que digo, "o A. já está melhor!", ou "sim, tem-se aguentado!", ou ainda "Ah e tal a febre deu-nos tréguas e só anda entupido"...

PUMBA!
Febres altas, e começa tudo de novo! (round 1001 deste Inverno)

Foi o que aconteceu este fim de semana. Começamos o sábado com passeio bom, companhia boa, mas o A. muito apagado e branquinho. 
O meu instinto dizia que algo não estava bem, mas achei que era apenas timidez e vergonha.
Nada disso, logo após o almoço começou o pico crescente de temperatura. Que acabou por nos levar ontem às urgências.

Foi um fim de semana infernal, de febre, pouco descanso, má disposição (minha). 
Não deu para aproveitar o tão desejado sol, não deu para arejar, não deu para fazer nada. 

E detesto começar assim uma semana, mais cansada do que estava na sexta, mais desanimada do que desejava.

A ver vamos se a coisa não piora melhora muito rapidamente.


21 de fevereiro de 2014

grrrrr. sono, muito sono.

Sabem aquela fantástica sensação de acordar a achar que já estamos atrasados para ir trabalhar e depois "descobrimos" que é fim de semana e não temos horários?

Pois! Bom, não é? 
Hoje aconteceu-me exactamente o contrário!

E comecei assim o dia. Muito bom, não é?

20 de fevereiro de 2014

Qualquer dia pede a chave do carro.

Ou como o tempo passa depressa demais.

Pequeno A. chegou a casa com o seu primeiro convite para uma festa de aniversário.
Festa de um amigo. 
Não filho de uns amigos dos pais. Amigo, dele! Ora pois, do seu círculo social.

Depois de refeita do susto da surpresa questionei se Sr. Pequeno A. estava interessado em comparecer à festa do seu amigo (uma vez que tínhamos que cortar o destacável e enviar a resposta) ao qual anuiu de imediato.

E assim começa tudo! Nomeadamente a vida social (como indivíduo separado de seus pais) de Pequeno A. 

E eu concluo, estamos feitos!


19 de fevereiro de 2014

havia de chegar o dia. [ou o melhor do meu dia, do meu mês, da minha vida]

que o meu Pequeno A., com as suas mãos sapudinhas, me agarraria no rosto e com o olhar e a voz mais doce do Mundo me diria

"gosto de ti, mamã"

Ontem foi o dia. 
E fez-me a mamã mais feliz do Mundo.
O meu Pequeno A.

(escusado será descrever o histerismo de palavras, beijos, abraços e estrafeganços com que o presenteei a seguir).

18 de fevereiro de 2014

eu que nunca tive jeito para o negócio.

Agora passo a vida a negociar (ou a tentar, vá) com o meu filho.

Tenho que negociar tudo. 
Tudo é um drama! Não quer nada, ou quer tudo aquilo que não se pretende.

Convencer (arrastá-lo em pranto) para tomar banho. 
Convencer (arranca-lo em pranto) para sair do banho.

Fazer-lhe a vontade de o levar aos avós e depois chegar lá e não me sair do colo (em prantos) porque tem vergonha (?!).
Quando a chega a hora de vir embora é o fim do mundo porque não quer vir.

Quer brincar a alguma coisa e choraminga (pranto novamente) até eu ceder.
Já não quer aquela brincadeira para nada ( e faz um pranto se o convenço a continuar).

Pede para comer pão com "quejo".
Para logo a seguir dizer "não! pão com fiambe". 
Afinal é "só quejo". 
Ah! "e fiambe".

E eu passo o tempo a convencê-lo de alguma coisa. 
Enquanto desespero. E depois me culpo por desesperar.

E depois, enquanto dorme, vou espreitá-lo e "pedir-lhe desculpa" por não ser mais paciente e por eu não ser melhor.
E vou para a cama com aquela sensação (e certeza) que educar é difícil. Tão difícil... E eu ainda não sei nada!




17 de fevereiro de 2014

o melhor do meu dia* #7 [fim de semana]



é isto!
Teatro, passeio, parque e piu-pius!

pronto, pronto... já chega!

Foi o pensamento do S. Pedro, ontem ao fim do dia.

Depois de um jejum, de 2 meses, de sol um dia já é mais que suficiente!

Voltem às vossas vidinhas cheia de chuva (que acompanha melhor uma crise) e nada de laurear a pevide acompanhados pelo sol.

Aiiiii! Que tempo é este, novamente?!?

14 de fevereiro de 2014

o melhor do meu dia* #6


Fazer atividades com ele.

Coisas pequenas. Nada de muito elaborado nem de difícil preparação.
Mas dedicar uns minutos por dia a fazer alguma coisa com ele. 
Para ele, para nós.

Adoro! Fico de coração cheio, porque sei que ele adora. E vibra. E contente dá-me um abraço, olha-me nos olhos e diz "mamã miga!" (mamã amiga!)
Há agradecimento melhor? Há elogio melhor?
E é sem dúvida, e muitas vezes, o melhor do meu dia.


Quem passa por cá